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    <title>Medig Notícias</title>
    <link>https://www.medig.com.br</link>
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    <item>
      <title>Detecção precoce: a importância de março para a saúde preventiva e o papel da Medig</title>
      <link>https://www.medig.com.br/deteccao-precoce-a-importancia-de-marco-para-a-saude-preventiva-e-o-papel-da-medig</link>
      <description>Março é um mês estratégico para reforçar a prevenção e a detecção precoce de diversas condições de saúde.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Detecção precoce: a importância de março para a saúde preventiva e o papel da Medig
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Março é um mês estratégico para reforçar a prevenção e a detecção precoce de diversas condições de saúde. Entre as datas que marcam este período, destacam-se:
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Março Azul-Marinho – voltado para a conscientização sobre o câncer colorretal;
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Março Amarelo – dedicado à endometriose e à infertilidade;
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Março Vermelho – alerta sobre o câncer renal.
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Essas campanhas reforçam a necessidade de atenção contínua à saúde, especialmente porque muitas dessas condições podem ser silenciosas nos estágios iniciais. O diagnóstico precoce é essencial para aumentar as chances de tratamento eficaz, reduzir complicações e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A detecção precoce como base da prevenção
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           A alimentação equilibrada, hábitos saudáveis e exames preventivos regulares são pilares fundamentais para a manutenção da saúde. No entanto, para muitas doenças, o acompanhamento clínico e a realização de exames específicos são determinantes para identificar alterações antes que evoluam.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           É neste ponto que a telerradiologia se torna uma ferramenta estratégica. Com profissionais capacitados, tecnologia avançada e laudos especializados, é possível monitorar condições críticas de forma segura e eficiente, garantindo que cada paciente receba a atenção adequada, independentemente da região onde vive.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O diferencial da Medig na gestão de serviços de imagem
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           A Medig vai além da análise de exames. Oferece uma gestão completa de serviços de imagem, integrando:
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Tecnologia de ponta, que permite agilizar processos e facilitar o acesso aos exames;
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Precisão diagnóstica, com especialistas capacitados para garantir a confiabilidade dos laudos;
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Suporte especializado, que auxilia clínicas e hospitais a implementar fluxos eficientes e melhorar a experiência de pacientes e profissionais.
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Com essa abordagem, a Medig permite que condições como câncer colorretal, endometriose, infertilidade e câncer renal sejam acompanhadas de forma rápida, segura e confiável, contribuindo para a prevenção e o cuidado integral.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por que a prevenção é fundamental
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Mesmo em locais com menor acesso a especialistas, a gestão eficiente de exames e o suporte técnico da Medig garantem que os pacientes tenham acompanhamento contínuo. A detecção precoce não depende apenas de consultas regulares, mas também de processos bem estruturados, tecnologia confiável e profissionais preparados para interpretar cada resultado com precisão.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Ao investir em gestão de serviços de imagem e telerradiologia, clínicas e hospitais aumentam a eficiência no atendimento, fortalecem o cuidado preventivo e oferecem aos pacientes tranquilidade e segurança na jornada de saúde.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Prevenção que salva vidas com tecnologia e gestão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Março nos lembra que a prevenção salva vidas. Alimentação saudável, hábitos conscientes e acompanhamento médico são essenciais. Mas, para transformar prevenção em resultados concretos, é preciso integração, tecnologia e gestão qualificada, exatamente o que a Medig oferece.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Com nossos serviços, clínicas e hospitais conseguem oferecer uma gestão de exames mais organizada, diagnósticos precisos e acompanhamento contínuo, garantindo que a prevenção se traduza em resultados concretos para a saúde de cada paciente.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/deteccao-precoce-a-importancia-de-marco-para-a-saude-preventiva-e-o-papel-da-medig.jpg" length="227303" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sun, 15 Mar 2026 14:17:29 GMT</pubDate>
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      <g-custom:tags type="string">telerradiologia</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Como a telerradiologia amplia o acesso a diagnósticos especializados no Brasil</title>
      <link>https://www.medig.com.br/como-a-telerradiologia-amplia-o-acesso-a-diagnosticos-especializados-no-brasil</link>
      <description>Ao integrar tecnologia, especialização médica e gestão eficiente, a telerradiologia se consolida como uma ferramenta essencial para reduzir desigualdades regionais.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Como a telerradiologia amplia o acesso a diagnósticos especializados no Brasil
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O acesso a diagnósticos por imagem de qualidade ainda é um desafio em muitas regiões do Brasil. A concentração de radiologistas especializados nos grandes centros urbanos cria uma desigualdade significativa entre capitais e cidades do interior, impactando diretamente a agilidade e a precisão dos atendimentos em clínicas e hospitais.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Em diversas localidades, a ausência de especialistas dificulta a interpretação de exames complexos, gera filas, aumenta o tempo de espera por laudos e pode atrasar decisões clínicas importantes. Esse cenário compromete tanto a eficiência dos serviços de saúde quanto a segurança do paciente.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A telerradiologia surge como uma solução estruturante para esse gargalo. Por meio de plataformas seguras e integradas, exames realizados em qualquer região do país podem ser analisados por médicos radiologistas altamente especializados, independentemente da localização física do profissional.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Esse modelo permite que clínicas e hospitais tenham acesso contínuo a subespecialistas, reduzindo a dependência de profissionais locais e garantindo suporte diagnóstico mesmo em áreas remotas ou com baixa oferta médica.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Outro impacto relevante é a rapidez na liberação dos laudos. Com fluxos digitais organizados e equipes dedicadas, o tempo entre a realização do exame e a entrega do resultado é significativamente reduzido, acelerando o início de tratamentos e a tomada de decisões clínicas.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Além disso, a telerradiologia contribui para a padronização e a elevação da qualidade dos laudos. Protocolos clínicos bem definidos, revisão técnica, especialização por áreas e uso de tecnologias de apoio garantem maior consistência, clareza e confiabilidade nos resultados entregues aos médicos assistentes.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os benefícios se estendem por toda a cadeia da saúde. Clínicas e hospitais ganham previsibilidade operacional, redução de custos com equipes internas extensas, maior capacidade de atendimento e suporte especializado permanente. Os pacientes, por sua vez, recebem diagnósticos mais rápidos, seguros e precisos, independentemente da cidade onde realizam seus exames.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Ao integrar tecnologia, especialização médica e gestão eficiente, a telerradiologia se consolida como uma ferramenta essencial para reduzir desigualdades regionais e fortalecer o sistema de saúde brasileiro, promovendo acesso mais justo e qualificado ao diagnóstico por imagem em todo o território nacional.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/como-a-telerradiologia-amplia-o-acesso-a-diagnosticos-especializados-no-brasil.jpg" length="270404" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 17 Feb 2026 10:28:55 GMT</pubDate>
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      <g-custom:tags type="string">telerradiologia</g-custom:tags>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Como alinhar sua equipe de imagem para um 2026 mais eficiente</title>
      <link>https://www.medig.com.br/como-alinhar-sua-equipe-de-imagem-para-um-2026-mais-eficiente</link>
      <description>Quer começar 2026 com seu serviço de imagem mais eficiente e seguro? Saiba como e leia a matéria completa.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Como alinhar sua equipe de imagem para um 2026 mais eficiente
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O início de um novo ano é um momento estratégico para gestores de serviços de imagem. Mais do que definir metas, é a oportunidade de alinhar equipes, revisar processos e estruturar a operação para entregar qualidade diagnóstica, eficiência e segurança ao longo de todo o ano.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Quando há clareza de rotas e responsabilidades, o impacto é direto não só nos indicadores operacionais, mas também na experiência do paciente e na tomada de decisão clínica.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Revisão de processos e fluxos de trabalho
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O primeiro passo para um ano mais eficiente é revisar como o serviço funciona no dia a dia. Fluxos de agendamento, realização de exames, emissão de laudos e comunicação entre equipes precisam estar bem definidos e integrados.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Processos claros reduzem retrabalho, evitam gargalos e permitem que a equipe atue com mais segurança e previsibilidade.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ajuste de protocolos e padronização
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Protocolos bem definidos são fundamentais para garantir qualidade técnica e segurança do paciente. O começo do ano é o momento ideal para revisar rotinas, alinhar condutas e garantir que todos os profissionais estejam seguindo os mesmos padrões.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Padronização não engessa o trabalho, mas cria uma base sólida para consistência, rastreabilidade e melhoria contínua.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Definição de metas e produtividade com equilíbrio
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Metas claras ajudam a direcionar esforços, mas precisam ser realistas e alinhadas à capacidade da equipe e à estrutura disponível. Indicadores de produtividade, tempo de atendimento e qualidade devem ser acompanhados de perto, sempre com foco em eficiência e não apenas em volume.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Uma equipe bem orientada entende seu papel dentro do processo e trabalha com mais engajamento e responsabilidade.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uso estratégico dos indicadores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Indicadores técnicos e operacionais são ferramentas essenciais de gestão. Eles permitem identificar falhas, antecipar problemas e tomar decisões baseadas em dados, e não em percepções.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Revisar quais indicadores fazem sentido para o serviço e como eles são monitorados é um passo fundamental para uma gestão mais madura e eficiente.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Liderança e comunicação com a equipe
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Alinhar a equipe vai além de processos e números. Envolve comunicação clara, escuta ativa e orientação contínua. O início do ano é um bom momento para reforçar valores, esclarecer expectativas e envolver os profissionais nos objetivos do serviço.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Quando a equipe entende o porquê das decisões, o comprometimento com a qualidade e a segurança aumenta.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Gestão organizada impacta o cuidado ao paciente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Uma operação bem estruturada reflete diretamente na qualidade dos exames, na confiabilidade dos laudos e na segurança do paciente. Organização, padronização e acompanhamento constante criam um ambiente mais seguro tanto para quem realiza quanto para quem utiliza os exames.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Alinhar a equipe no começo do ano é investir em um serviço mais eficiente, sustentável e preparado para os desafios de 2026.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           A Medig atua ao lado de clínicas e hospitais apoiando a organização da gestão em serviços de imagem, com soluções que integram pessoas, processos e tecnologia para fortalecer a qualidade assistencial e a eficiência operacional.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/como-alinhar-sua-equipe-de-imagem-para-um-2026-mais-eficiente.jpg" length="270285" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 15 Jan 2026 20:03:15 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.medig.com.br/como-alinhar-sua-equipe-de-imagem-para-um-2026-mais-eficiente</guid>
      <g-custom:tags type="string">telerradiologia</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/como-alinhar-sua-equipe-de-imagem-para-um-2026-mais-eficiente.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Boas práticas para manter a qualidade dos laudos mesmo em períodos de alta demanda</title>
      <link>https://www.medig.com.br/boas-praticas-para-manter-a-qualidade-dos-laudos-mesmo-em-periodos-de-alta-demanda</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Boas práticas para manter a qualidade dos laudos mesmo em períodos de alta demanda
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O fim de ano costuma trazer um aumento significativo no volume de exames em clínicas e hospitais. Viagens, cirurgias eletivas, check-ups e a necessidade de fechar protocolos antes do recesso elevam a demanda e colocam pressão sobre equipes de radiologia.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Apesar do ritmo acelerado, é essencial que a qualidade dos laudos seja preservada — tanto para garantir segurança ao paciente quanto para manter a credibilidade do serviço. Pensando nisso, reunimos as principais boas práticas para apoiar gestores e equipes durante esse período.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           1. Estruture fluxos de prioridade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Nem todos os casos têm a mesma urgência. Criar um fluxo claro de priorização ajuda a organizar a demanda e garantir que exames críticos sejam avaliados rapidamente.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Classificações como
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           urgente
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           ,
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           preferencial
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           e
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           ambulatorial
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           evitam gargalos e reduzem o risco de atrasos em situações sensíveis.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           2. Padronize laudos e protocolos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Modelos estruturados e protocolos uniformes reduzem erros, agilizam o processo e facilitam a leitura por médicos solicitantes.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A padronização ainda ajuda a manter consistência entre diferentes profissionais, mesmo quando o volume aumenta e a escala fica mais apertada.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           3. Otimize a comunicação entre equipes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Períodos de alta demanda exigem comunicação rápida e objetiva.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Criar canais específicos para casos complexos, dúvidas técnicas ou solicitações de revisão evita retrabalho e contribui para decisões clínicas mais seguras.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           4. Invista em plantões reforçados e alocação inteligente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Ajustar a escala para contemplar profissionais experientes nos horários de maior fluxo é uma estratégia eficiente.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Plantões reforçados — presenciais ou em telerradiologia — garantem agilidade sem sobrecarregar a equipe principal.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           5. Utilize ferramentas de apoio e inteligência artificial
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Soluções tecnológicas auxiliam na triagem, detecção precoce de achados críticos e organização do fluxo.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Embora não substituam o olhar do especialista, essas ferramentas reduzem o tempo de análise e ajudam a manter a precisão em cenários de grande volume.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           6. Garanta intervalos e condições adequadas de trabalho
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A sobrecarga prolongada aumenta o risco de erros. Pequenas pausas programadas, ambiente silencioso e boa ergonomia permitem que o radiologista mantenha atenção plena por mais tempo — um fator essencial para laudos de qualidade.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           7. Conte com apoio especializado em gestão e telerradiologia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Se o volume cresce além da capacidade interna, serviços terceirizados de telerradiologia e gestão podem ser decisivos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Na Medig, o suporte inclui laudos especializados, otimização de fluxos, apoio operacional e equipes treinadas para manter a qualidade mesmo em períodos críticos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Conclusão
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Manter a qualidade dos laudos em períodos de alta demanda é totalmente possível quando gestão, equipe e tecnologia trabalham de forma alinhada. Com organização, protocolos consistentes e suporte adequado, clínicas e hospitais conseguem atender mais pacientes sem comprometer a precisão diagnóstica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O fim de ano pode ser intenso — mas também pode ser um momento de fortalecimento operacional e aprimoramento contínuo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/boas-praticas-para-manter-a-qualidade-dos-laudos-mesmo-em-per%C3%ADodos-de-alta-demanda.jpg" length="202071" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 15 Dec 2025 22:09:36 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.medig.com.br/boas-praticas-para-manter-a-qualidade-dos-laudos-mesmo-em-periodos-de-alta-demanda</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Como a telerradiologia conecta especialistas e acelera diagnósticos em qualquer lugar</title>
      <link>https://www.medig.com.br/como-a-telerradiologia-conecta-especialistas-e-acelera-diagnosticos-em-qualquer-lugar</link>
      <description>Na Medig, acreditamos que a distância nunca deve ser um obstáculo para um diagnóstico preciso. Com a telerradiologia, conseguimos conectar especialistas de diferentes localidades, permitindo que exames de imagem sejam analisados remotamente, sem a necessidade de deslocamento físico até clínicas ou hospitais.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como a telerradiologia conecta especialistas e acelera diagnósticos em qualquer lugar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Na Medig, acreditamos que a distância nunca deve ser um obstáculo para um diagnóstico preciso. Com a telerradiologia, conseguimos conectar especialistas de diferentes localidades, permitindo que exames de imagem sejam analisados remotamente, sem a necessidade de deslocamento físico até clínicas ou hospitais.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Uma das maiores vantagens que enxergamos é a
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           colaboração entre profissionais
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           . Radiologistas e biomédicos podem compartilhar informações, trocar opiniões e consultar colegas com expertise em áreas específicas, garantindo diagnósticos mais confiáveis e detalhados. Essa troca de experiências faz toda a diferença na qualidade do cuidado oferecido aos pacientes.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Facilitamos essa colaboração à distância utilizando tecnologia de ponta e mantendo um rigoroso controle de qualidade. Nossa plataforma permite que clínicas e hospitais recebam resultados rapidamente, sem burocracia ou atrasos, garantindo a confiabilidade de cada laudo.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Essa conexão entre especialistas não só
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           acelera a entrega de diagnósticos
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           , como também
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           otimiza a gestão das clínicas e melhora a experiência do paciente
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           . Resultados mais rápidos significam decisões médicas mais ágeis, redução do tempo de espera e um cuidado mais eficiente e humanizado.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Com a telerradiologia, o que antes dependia de deslocamentos e limitações geográficas hoje acontece em tempo real. Na Medig, conectamos especialistas e garantimos que cada diagnóstico chegue com rapidez, precisão e segurança, onde quer que o paciente esteja.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/como-a-telerradiologia-conecta-especialistas-e-acelera-diagn%C3%B3sticos-em-qualquer-lugar.jpg" length="218800" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sat, 22 Nov 2025 15:02:03 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.medig.com.br/como-a-telerradiologia-conecta-especialistas-e-acelera-diagnosticos-em-qualquer-lugar</guid>
      <g-custom:tags type="string">telerradiologia</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/como-a-telerradiologia-conecta-especialistas-e-acelera-diagn%C3%B3sticos-em-qualquer-lugar.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/como-a-telerradiologia-conecta-especialistas-e-acelera-diagn%C3%B3sticos-em-qualquer-lugar.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Gestão de serviços de imagem: como reduzir gargalos e aumentar a eficiência</title>
      <link>https://www.medig.com.br/gestao-de-servicos-de-imagem-como-reduzir-gargalos-e-aumentar-a-eficiencia</link>
      <description>Foco em como a Medig ajuda clínicas e hospitais a organizarem fluxos, diminuírem tempo de espera e aumentarem a produtividade sem perder qualidade.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Gestão de serviços de imagem: como reduzir gargalos e aumentar a eficiência
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Foco em como a Medig ajuda clínicas e hospitais a organizarem fluxos, diminuírem tempo de espera e aumentarem a produtividade sem perder qualidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Em clínicas e hospitais, a gestão eficiente dos serviços de imagem é fundamental para oferecer atendimento rápido, seguro e de qualidade. Fluxos desorganizados, longos tempos de espera e processos internos pouco estruturados podem comprometer tanto a experiência do paciente quanto a produtividade da equipe.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           A Medig atua justamente para transformar esse cenário. Com soluções completas em gestão estratégica, processos e laudos médicos, ajudamos clínicas e hospitais a identificar gargalos, otimizar recursos e organizar fluxos de trabalho de forma inteligente.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Reduzindo gargalos e tempo de espera
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Um dos principais desafios em serviços de imagem é o acúmulo de exames e laudos, que gera atrasos e sobrecarga da equipe. A Medig implementa sistemas de gestão de processos, incluindo a padronização de laudos e a possibilidade de emissão a distância, garantindo que cada exame seja processado de forma ágil e eficiente.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Otimizando recursos e produtividade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Além da organização do fluxo de trabalho, nossa equipe realiza análise detalhada do serviço, identificando pontos fortes e oportunidades de melhoria. Com isso, é possível otimizar agendas, protocolos e a utilização de equipamentos, aumentando a produtividade sem comprometer a qualidade do atendimento.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Capacitação e suporte contínuo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           A Medig também oferece capacitação médica e técnica, adaptada às necessidades da sua equipe, seja na sede da Medig ou no próprio local. Esse acompanhamento garante que os profissionais estejam sempre preparados para operar com eficiência e atender às demandas do dia a dia.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Resultados concretos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Ao implementar nossas soluções, clínicas e hospitais conseguem:
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Reduzir o tempo de espera dos pacientes;
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Organizar fluxos de trabalho e laudos;
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Aumentar a produtividade da equipe;
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Garantir qualidade e segurança nos diagnósticos;
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Inovar e crescer de forma sustentável.
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           A gestão eficiente de serviços de imagem não é apenas uma questão de organização — é uma estratégia para melhorar resultados, satisfazer pacientes e fortalecer a reputação da clínica ou hospital. Com a Medig, é possível transformar seu serviço de imagem em um ambiente mais ágil, produtivo e confiável.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/gestao-de-servicos-de-imagem-como-reduzir-gargalos-e-aumentar-a-eficiencia.jpg" length="208905" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 31 Oct 2025 15:53:22 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.medig.com.br/gestao-de-servicos-de-imagem-como-reduzir-gargalos-e-aumentar-a-eficiencia</guid>
      <g-custom:tags type="string">telerradiologia</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/gestao-de-servicos-de-imagem-como-reduzir-gargalos-e-aumentar-a-eficiencia.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/gestao-de-servicos-de-imagem-como-reduzir-gargalos-e-aumentar-a-eficiencia.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Como a gestão inteligente de serviços de imagem pode impulsionar a performance de clínicas e hospitais</title>
      <link>https://www.medig.com.br/como-a-gestao-inteligente-de-servicos-de-imagem-pode-impulsionar-a-performance-de-clinicas-e-hospitais</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Como a gestão inteligente de serviços de imagem pode impulsionar a performance de clínicas e hospitais.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Em um cenário cada vez mais competitivo, clínicas e hospitais precisam mais do que tecnologia de ponta para se destacar: é fundamental contar com uma
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           gestão eficiente de serviços de imagem
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           . É nesse ponto que a Medig atua, oferecendo soluções que vão além da elaboração de laudos especializados.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Uma gestão inteligente de imagem diagnóstica significa organizar processos, otimizar fluxos de trabalho e garantir que cada exame seja realizado e interpretado de forma ágil e precisa. Isso reduz retrabalhos, aumenta a produtividade e melhora a experiência de pacientes, médicos e parceiros.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Além disso, ao contar com profissionais especializados na coordenação de serviços de imagem, é possível identificar oportunidades de melhoria, capacitar equipes e implementar protocolos que garantam segurança e qualidade clínica. Essa integração estratégica impacta diretamente na performance de clínicas e hospitais, tornando os processos mais eficientes e os resultados mais confiáveis.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Na
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Medig
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           , combinamos experiência em telerradiologia, gestão de serviços de imagem e ensino para apoiar instituições de saúde em cada etapa desse processo. Atuamos na implementação e otimização de serviços, além de participar da formação de novos profissionais por meio de cursos de residência e aperfeiçoamento médico, sempre alinhados às normas do CRBM, ABBM, MEC e CBR.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Investir em gestão inteligente de serviços de imagem é, portanto, investir em eficiência, qualidade e crescimento sustentável. Com a Medig, clínicas e hospitais conseguem transformar tecnologia e conhecimento em resultados reais, oferecendo diagnósticos mais rápidos, precisos e seguros para todos.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/como-a-gestao-inteligente-de-servicos-de-imagem-pode-impulsionar-a-performance-de-clinicas-e-hospitais.jpg" length="203042" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 16 Sep 2025 19:12:23 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.medig.com.br/como-a-gestao-inteligente-de-servicos-de-imagem-pode-impulsionar-a-performance-de-clinicas-e-hospitais</guid>
      <g-custom:tags type="string">telerradiologia</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/como-a-gestao-inteligente-de-servicos-de-imagem-pode-impulsionar-a-performance-de-clinicas-e-hospitais.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/como-a-gestao-inteligente-de-servicos-de-imagem-pode-impulsionar-a-performance-de-clinicas-e-hospitais.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Nem todo laudo entrega o que o médico precisa saber. O seu entrega?</title>
      <link>https://www.medig.com.br/nem-todo-laudo-entrega-o-que-o-medico-precisa-saber-o-seu-entrega</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Nem todo laudo entrega o que o médico precisa saber. O seu entrega?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Quando falamos em diagnóstico por imagem, muitas vezes o foco está na tecnologia do equipamento ou na agilidade do exame. Mas o que realmente orienta a conduta médica é o laudo — o documento que interpreta as imagens e transforma dados em decisões.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           E aqui está a verdade que poucos enfrentam: nem todo laudo entrega o que o médico precisa saber.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O que deve haver em um bom laudo?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Um bom laudo vai além da descrição técnica. Ele é:
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Clínico: responde à pergunta do médico solicitante com clareza e foco;
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Objetivo: evita descrições extensas e ambíguas, priorizando o que importa;
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Completo: leva em conta o histórico, o contexto clínico e a hipótese diagnóstica;
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Confiável: assinado por um profissional qualificado e com conhecimento atualizado;
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Oportuno: entregue dentro de prazos seguros, sem comprometer a acurácia.
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O problema do “laudo por volume”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Em alguns serviços, a produção de laudos é tratada como uma linha de montagem. O resultado? Relatórios genéricos, com linguagem automatizada, que pouco agregam ao raciocínio clínico do médico que os recebe.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Pior: muitas vezes, detalhes que poderiam mudar a conduta passam despercebidos.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Laudo é responsabilidade, não rotina
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Na
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Medig
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           , entendemos o laudo como uma ferramenta clínica — e, por isso, ele precisa ser tratado com a seriedade de um ato médico. Nossos especialistas têm formação sólida, titulações reconhecidas, experiência em ensino e revisam os casos com critério técnico.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Além disso, nossa equipe atua com padronização, protocolos e diálogo constante com os serviços parceiros, garantindo que cada laudo tenha sentido clínico, e não apenas linguagem técnica.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O que o seu serviço ganha com isso?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Decisões médicas mais seguras;
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Redução de exames desnecessários;
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Ganho de tempo para o médico e para o paciente;
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Valorização do serviço de imagem;
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Confiança dos profissionais envolvidos no cuidado.
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Nem todo laudo entrega o que o médico precisa saber. O da
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Medig
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           , sim.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Se você é gestor de clínica, hospital ou profissional da saúde e quer entender como otimizar a qualidade dos laudos do seu serviço, fale com a gente.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Excelência em Telerradiologia, Gestão em Imagem e Ensino. Isso é
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Medig
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/nem-todo-laudo-entrega-o-que-o-medico-precisa-saber-o-seu-entrega.jpg" length="269908" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 27 Aug 2025 19:02:31 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>[Caso Clínico] 24 de Abril de 2025 - Tórax</title>
      <link>https://www.medig.com.br/caso-clinico-24-de-abril-de-2025-torax</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Masculino, 68 anos, apresentando tosse após trauma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Pneumonia por aspiração de corpo estranho
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Características de imagens
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Corpo estranho hiperdenso com densidade provavelmente metálica na topografia da emergência do ramo brônquico lobar superior do pulmão direito, sugestivo de prótese dentária. Nota-se obliteração do respectivo broncopulmonar associado a extensa consolidação difusa com broncogramas aéreos de permeio do respectivo lobo superior do pulmão direito compatível com processo inflamatório com padrão de pneumonia lobar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fisiopatologia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A pneumonia por aspiração ocorre quando um objeto estranho ou substância, contaminada da orofaringe, alcança as vias respiratórias inferiores, provocando uma resposta inflamatória e, em muitos casos, uma infecção pulmonar, sendo as regiões mais frequentemente afetadas o segmento posterior dos lobos superiores e o segmento superior dos lobos inferiores.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa condição é mais comum em crianças, mas pode ocorrer em adultos. Entre os adultos, o alcoolismo é considerado o principal fator de risco para a aspiração pulmonar. No entanto, existem outros fatores que também podem favorecer esse quadro, como o uso de anestesia geral, perda de consciência, alterações estruturais na faringe e no esôfago, distúrbios neuromusculares e dificuldades na deglutição.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sinais e sintomas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As manifestações clínicas e radiológicas são proteicas, podendo ser bastante variadas, desde uma inflamação localizada, sem sintomas e com poucos ou nenhum achado nos exames de imagem, até quadros graves que representam risco à vida.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
            Do ponto de vista clínico, os sintomas podem incluir tosse persistente, febre, sibilos e dispnéia. Nos exames de imagem, pode se apresentar como áreas de consolidação, atelectasias ou, em algumas situações, como massas pulmonares que simulam neoplasias. Apesar de, em muitos casos, não apresentar sinais clínicos evidentes, pode haver episódios de hemoptise potencialmente fatais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O diagnóstico pode ser desafiador, especialmente quando o corpo estranho não é radiopaco, sendo a tomografia computadorizada um exame útil para a detecção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diagnóstico Diferencial
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em casos raros, uma inflamação crônica em resposta ao material inalado pode evoluir para a formação de uma massa dentro dos brônquios. Nessa situação, o corpo estranho pode ser identificado em exames como a radiografia de tórax ou a tomografia computadorizada, aparecendo como uma massa centralizada associada ao colapso de um lobo ou segmento pulmonar. Essa apresentação deve ser diferenciada de um carcinoma broncogênico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A doença causada por aspiração também pode se apresentar de forma semelhante a outras condições pulmonares, como a proteinose alveolar, ou até mesmo ao carcinoma de células alveolares bronquiolares.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Tratamento
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tratamento geralmente envolve a remoção do corpo estranho, muitas vezes por broncoscopia, além de antibióticos em casos de infecção associada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A TC com múltiplos detectores também pode ser valiosa para demonstrar corpos estranhos aspirados que podem ser difíceis de extrair por broncoscopicamente, identificando assim pacientes que podem necessitar de toracotomia; no entanto, uma tentativa de remoção broncoscópica ainda deve ser feita nesses casos difíceis antes de prosseguir para a toracotomia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Complicações
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A aspiração de diferentes substâncias nas vias respiratórias e para os pulmões podem provocar uma série de complicações pulmonares. A principal complicação associada à aspiração de corpo estranho é a infecção pulmonar, que pode levar ao desenvolvimento de pneumonia lobar ou segmentar, broncopneumonia, abscesso pulmonar e empiema, podendo ocorrer até mesmo cavitação. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Conclusões
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O reconhecimento das variadas manifestações clínicas e radiológicas dessas entidades patológicas é imperativo para um diagnóstico rápido e preciso, resultando em diminuição das taxas de morbidade e mortalidade. O radiologista desempenha um papel importante no diagnóstico definitivo de várias complicações da aspiração pulmonar. A precisão diagnóstica relativamente baixa da radiografia de tórax em doenças aspirativas pode ser melhorada com a TC e com a familiarização com os cenários clínicos em que é provável que ocorram complicações específicas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Referência
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aspiration Diseases: Findings, Pitfalls, and Differential Diagnosis
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://pubs.rsna.org/author/Franquet%2C+Tom%C3%A1s" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Tomás Franquet
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://pubs.rsna.org/author/Gim%C3%A9nez%2C+Ana" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Ana Giménez
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://pubs.rsna.org/author/Ros%C3%B3n%2C+Nuria" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Nuria Rosón
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://pubs.rsna.org/author/Torrubia%2C+Sof%C3%ADa" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Sofía Torrubia
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://pubs.rsna.org/author/Sabat%C3%A9%2C+Jos%C3%A9+M" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           José M. Sabaté
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://pubs.rsna.org/author/P%C3%A9rez%2C+Carmen" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Carmen Pérez
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Published Online:May 1 2000
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://doi.org/10.1148/radiographics.20.3.g00ma01673" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://doi.org/10.1148/radiographics.20.3.g00ma01673
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Multidetector CT and Postprocessing in Planning and Assisting in Minimally Invasive Bronchoscopic Airway Interventions
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://pubs.rsna.org/author/Nair%2C+Arjun" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Arjun Nair 
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://pubs.rsna.org/author/Godoy%2C+Myrna+C" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Myrna C. Godoy
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://pubs.rsna.org/author/Holden%2C+Emma+L" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Emma L. Holden
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://pubs.rsna.org/author/Madden%2C+Brendan+P" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Brendan P. Madden
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://pubs.rsna.org/author/Chua%2C+Felix" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Felix Chua
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://pubs.rsna.org/author/Ost%2C+David+E" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           David E. Ost
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://pubs.rsna.org/author/Roos%2C+Justus+E" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Justus E. Roos
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://pubs.rsna.org/author/Naidich%2C+David+P" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           David P. Naidich
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://pubs.rsna.org/author/Vlahos%2C+Ioannis" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Ioannis Vlahos
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Published Online: Aug 31 2012
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://doi.org/10.1148/rg.325115133" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://doi.org/10.1148/rg.325115133
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Autores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Dr. Lucas Giansante Abud, Dra. Isabela Massarotti, Dr. Rafael Gouvea Gomes de Oliveira, Dr. Caio Pedral Sampaio Sgarbi.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-04-24+at+16.44.19.jpeg" length="25679" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 29 Apr 2025 15:20:53 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.medig.com.br/caso-clinico-24-de-abril-de-2025-torax</guid>
      <g-custom:tags type="string">caso clinico</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-04-24+at+16.44.19.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-04-24+at+16.44.19.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>[Caso Clínico] 11 de Abril de 2025 - Abdome</title>
      <link>https://www.medig.com.br/copia-de-caso-clinico-10-de-abril-de-2025-abdome</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Feminino,67 anos, apresentando dor abdominal difusa, associada à perda ponderal e ascite.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Carcinomatose Peritoneal
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A carcinomatose peritoneal é uma manifestação metastática relativamente comum de uma variedade de neoplasias malignas baseadas em órgãos, particularmente do trato gastrointestinal (colorretal, gástrico e pancreático) e dos ovários. As neoplasias primárias de origem peritoneal e subperitoneal ocorrem com muito menos frequência do que a doença metastática nesses locais; no entanto, eles são frequentemente detectados pela primeira vez na tomografia computadorizada (TC).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os achados de imagem na carcinomatose peritoneal podem ser avassaladores, mas em alguns casos são muito sutis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso explica por que a doença às vezes não é detectada e frequentemente subestimada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fisiopatologia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As células cancerígenas são transportadas pelo fluido peritoneal por todo o abdômen e pelve, resultando em metástases generalizadas. O fluido segue uma via de circulação da pelve ao diafragma que é definida pelos reflexos do peritônio.Tal membrana é responsável pelo revestimento único da cavidade nasal e dos seios paranasais, sendo um epitélio colunar ciliado derivado ectodermicamente com células caliciformes. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O líquido peritoneal é capaz de fluir para o andar superior, a partir da pelve, devido aos gradientes de pressão na cavidade abdominal. Normalmente, a pressão na região subdiafragmática é subatmosférica e diminui ainda mais durante a inspiração. O gradiente de pressão resultante, que está presente se o indivíduo está em decúbito dorsal ou ereto, ajuda no movimento do líquido peritoneal. O fluido entra nas goteiras paracólicas e, em seguida, se move para as regiões sub-hepática direita e subfrênica direita. A goteira paracólica esquerda é rasa e limitada superiormente pelo ligamento frenicocólico, que se estende da flexura esplênica do cólon até o diafragma. Consequentemente, a maior parte do fluido flui para a goteira paracólica direita.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem quatro recessos onde o fluxo de fluido peritoneal pode ser interrompido temporariamente e as células tumorais podem ser depositadas para formar implantes. Esses locais são o fundo de saco, o quadrante inferior direito, o cólon sigmóide e a goteira paracólica direita. Essas regiões são recessos dependentes onde a gravidade faz com que o fluido se acumule. A pelve é o local mais dependente, e o líquido é visto no fundo de saco da linha média e nos recessos paravesicais laterais. A bolsa de Morrison é uma extensão do espaço sub-hepático, e sua porção medial (lateral ao duodeno descendente e adjacente ao rim direito) também é um local dependente onde o líquido pode se acumular.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sinais e sintomas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O principal sinal que pode ser percebido é a presença de ascite, presente em 70% dos casos, existem dois mecanismos principais que causam ascite:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A principal causa é a obstrução dos vasos linfáticos subfrênicos pela carcinomatose, o que significa que eles são incapazes de realizar sua função usual de drenagem do líquido peritoneal;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Também pode ocorrer em decorrência do excesso de produção de líquido peritoneal, resultante de um aumento da permeabilidade capilar, que é causado pelas células tumorais secretando o fator de permeabilidade vascular, com proteína e albumina se acumulando na cavidade abdominal.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Características de Imagens
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os implantes peritoneais são massas de tecidos moles que aparecem como nódulos solitários ou múltiplos. Os nódulos podem coalescer para formar placas que revestem as vísceras. Essas placas aparecem como áreas de espessamento irregular dos tecidos moles. Grandes placas omentais são chamadas de bolos omentais (omental cake). Os implantes podem realçar com o contraste intravenoso e podem calcificar. Alguns implantes são de baixa atenuação e mimetizam fluido loculado. Os locais comuns de metástases incluem hemidiafragma direito, fígado, calha paracólica direita, intestino, omento e pelve.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No abdome, os implantes na superfície diafragmática aparecem como espessamento nodular ou semelhante a placa do diafragma. O envolvimento do fígado e do baço resulta em recorte da superfície por massas com menor atenuação do que o parênquima em exames com contraste. Os ligamentos falciforme, gastro-hepático e gastroesplênico podem parecer espessados e mostrar encalhe de tecidos moles. Os tumores podem ser vistos na porta hepática, fossa da vesícula biliar e saco menor e na superfície do estômago. Espessamento irregular e nodularidade ocorrem nas goteiras paracólicas. Há infiltração da gordura omental por tumor de atenuação de tecidos moles. Nódulos discretos também podem estar presentes e podem ser distinguidos do intestino porque não estão conectados às alças adjacentes. Massas de tecidos moles no intestino e no mesentério podem aderir as alças e causar obstrução intestinal. A obstrução intestinal é o tipo mais comum de morbidade secundária ao câncer de ovário, ocorrendo em 51% dos casos. As lesões mesentéricas aparecem como espessamento da raiz com um padrão estrelado e irradiado. A extensão da doença omental para a parede abdominal anterior resulta em massas periumbilicais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na pelve, os implantes podem envolver a superfície superior do sigmóide, o mesocólon sigmóide, os ligamentos uterossacrais laterais ao reto e a parede lateral pélvica, bexiga, fundo de saco, reto e canais inguinais. Semelhantes aos do abdome, esses implantes aparecem como espessamento e massas de partes moles.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diagnóstico Diferencial
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A doença peritoneal invasiva inclui mais do que apenas carcinomatose peritoneal. Há um grande número de diagnósticos diferenciais que devem ser reconhecidos com base em uma avaliação rigorosa das características da tomografia computadorizada e do contexto clínico. Embora não seja uma lista exaustiva, linfomatose peritoneal, especialmente linfoma de Burkitt e linfomas de grandes células (envolvimento concomitante de linfonodos retroperitoneais e um tumor), mesotelioma peritoneal maligno (exposição ao amianto), pseudomixoma peritoneal (recortado) e tuberculose peritoneal (linfonodos necróticos e calcificações) são os principais distúrbios que mimetizam a carcinomatose peritoneal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tratamento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atualmente, uma combinação de cirurgia citorredutora (RSC) e quimioterapia intraperitoneal (HIPEC ou EPIC) é considerada a melhor opção terapêutica para pacientes com carcinomatose peritoneal. A introdução desses métodos melhorou significativamente a expectativa de vida dos pacientes. No entando, esses procedimentos extensos têm complicações significativas, como formação de fístula, obstrução e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           vazamentos anastomóticos. A operação deve ser realizada em um grupo cuidadosamente selecionado de pacientes em bom estado geral, nos quais a citorredução ideal é viável.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Antes da cirurgia, 3 fatores principais devem ser considerados: a extensão do envolvimento peritoneal, a possibilidade de obter citorredução completa e a qualidade de vida pós-operatória. Não existem critérios universais para a inoperabilidade e, em cada caso, a decisão depende da experiência local. Portanto, o papel do radiologista não é apenas determinar a doença como ressecável ou irressecável, mas também apontar os achados que podem representar dificuldade técnica durante a cirurgia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Conclusões
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A TC desempenha papel fundamental no acompanhamento de pacientes acometidos por carcinomatose peritoneal não apenas para sua detecção, caracterização e estadiamento, mas também para orientar para o planejamento pré-operatório, bem como na determinação da elegibilidade de um paciente para cirurgia citorredutora e quimioterapia intraperitoneal. Um relatório radiológico preciso, que cobre todos os achados cruciais que potencialmente impedem a RSC, evita intervenções cirúrgicas desnecessárias e morbidade e mortalidade associadas. Tratamento alternativo, como quimioterapia neoadjuvante ou paliativa, pode ser oferecido a pacientes que não são passíveis de RSC e HIPEC.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Referência
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Multidetector CT of Peritoneal Carcinomatosis from Ovarian Cancer Harpreet K. Pannu, Robert E. Bristow, Frederick J. Montz, Elliot K. Fishman, Published Online:May 1 2003https://doi.org/10.1148/rg.233025105
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Primary Neoplasms of Peritoneal and Sub-peritoneal Origin: CT Findings Perry J. Pickhardt, Sanjeev Bhalla, Published Online:Jul 1  2005https://doi.org/10.1148/rg.254045140
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Szadkowska MA, Pałucki J, Cieszanowski A. Diagnosis and treatment of peritoneal carcinomatosis - a comprehensive overview. Pol J Radiol. 2023 Feb 9;88:e89-e97. doi: 10.5114/pjr.2023.125027. PMID: 36910885; PMCID: PMC9995246.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A.D. Diop, M. Fontarensky, P.-F. Montoriol, D. Da Ines, CT imaging of peritoneal carcinomatosis and its mimics, Diagnostic and Interventional Imaging, Volume 95, Issue 9, 2014, Pages 861-872, ISSN 2211-5684, https://doi.org/10.1016/j.diii.2014.02.009.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://radiologyassistant.nl/abdomen/peritoneum/peritoneal-carcinomatosis
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Autores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dra. Juliana Pilati Yamashita, Dr. Caio Pedral Sampaio Sgarbi, Dr. Lucas Giansante Abud,  Dr. Rubens Pereira Moura Filho.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-04-10+at+11.32.32.jpeg" length="51527" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 11 Apr 2025 15:46:52 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.medig.com.br/copia-de-caso-clinico-10-de-abril-de-2025-abdome</guid>
      <g-custom:tags type="string">caso clinico</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-04-10+at+11.32.32.jpeg">
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>[Caso Clínico] 25 de Março de 2025 - Cabeça e Pescoço</title>
      <link>https://www.medig.com.br/caso-clinico-20-de-marco-de-2025-cabeca-e-pescoco</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Masculino, 37 anos, Dor facial à direita!
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sinutise Odontogênica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A sinusite odontogênica descreve a inflamação do seio maxilar secundária a patologias dentárias ou procedimentos odontológicos, com consequente perfuração do assoalho do seio maxilar, sendo responsável por cerca de 10-40% dos casos de sinusite maxilar crônica, bem como a causa mais comum de sinusite maxilar unilateral.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fisiopatologia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A sinusite odontogênica resulta da disseminação da infecção ou inflamação dos dentes para o seio maxilar por meio da perfuração da camada mucosa do assoalho do seio, e da ruptura da 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://radiopaedia.org/articles/schneiderian-epithelium?lang=us" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           membrana de Schneiderian
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , caracterizada por perfuração maior ou igual a 4 mm, tendo como principais causas a infecção periapical, periodontite severa, perfuração do seio maxilar durante extrações dentárias ou implantes, e comunicação oroantal pós-exodontia.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tal membrana é responsável pelo revestimento único da cavidade nasal e dos seios paranasais, sendo um epitélio colunar ciliado derivado ectodermicamente com células caliciformes. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A infecção causa inflamação e acúmulo de secreção mucopurulenta, levando à obstrução do óstio do seio maxilar e agravamento do quadro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sinais e sintomas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dentre os principais sintomas, destacam-se dor facial unilateral, congestão nasal unilateral, rinorreia purulenta (geralmente fétida), sensibilidade na região maxilar, e possível fístula oral (em casos mais avançados).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Características de Imagens
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De forma geral, a sinusite odontogênica demonstra, em imagens de tomografia computadorizada, obliteração parcial ou total do seio maxilar afetado, além de espessamento da mucosa sinusal, nível líquido (sugestivo de infecção ativa), destruição ou erosão óssea do assoalho sinusal (sinal de origem odontogênica), lesão periapical associada a um dente posterior (principal achado diagnóstico), comunicação oroantral em casos de perfuração do seio, e até mesmo corpos estranhos, em casos de procedimentos odontológicos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diagnóstico Diferencial
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os diagnósticos diferenciais da sinusite odontogênica incluem condições que compartilham sintomas e achados de imagem semelhantes, mas possuem etiologias distintas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A sinusite maxilar de origem não odontogênica, geralmente bilateral, está associada à infecções respiratórias ou rinites alérgicas, enquanto neoplasias do seio maxilar, como o carcinoma escamoso e linfomas, costumam apresentar destruição óssea mais agressiva e massas heterogêneas com realce pós-contraste na tomografia computadorizada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Cistos odontogênicos, como o cisto radicular e o cisto dentrígero, embora possam ter proximidade maxilar, são lesões expansivas bem delimitadas, sem inflamação difusa.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Já os abscessos periapicais isolados restringem-se à região do dente afetado e não causam espessamento mucoso significativo no seio maxilar.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A diferenciação adequada por meio de tomografia computadorizada é fundamental para um diagnóstico preciso e um manejo terapêutico adequado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Prognóstico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A sinusite odontogênica apresenta um prognóstico favorável quando diagnosticada e tratada precocemente, sendo que a resolução completa do quadro depende da eliminação da infecção dentária primária e da adequada drenagem do seio maxilar.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tratamento conservador com antibioticoterapia e manejo odontológico geralmente é eficaz em casos iniciais, enquanto intervenções cirúrgicas podem ser necessárias em casos avançados ou refratários. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Complicações
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se não tratada corretamente, a sinusite odontogênica pode evoluir para complicações locais e sistêmicas, destacando-se a sinusite crônica, a formação de abscessos orbitários, a celulite orbitária e a osteomielite do osso maxilar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em casos mais graves, a infecção pode se disseminar para o sistema nervoso central, causando abscessos cerebrais ou trombose do seio cavernoso, condições potencialmente fatais.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sendo assim, a identificação precoce de sinais de complicação, como edema periorbitário, proptose ocular e sintomas neurológicos, é essencial para a intervenção imediata e a redução do risco de sequelas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Conclusões
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os dentes e suas estruturas de suporte são comumente incluídos em imagens de cabeça e pescoço. Quando variantes normais ou condições patológicas são identificadas na TC, os radiologistas podem fornecer assistência adicional identificando essas condições e incluindo-as em seu relatório. A capacidade de reconhecer e descrever condições dentárias, como cáries, doença periodontal e lesões periapicais, permite o encaminhamento oportuno a um especialista odontológico e tratamento definitivo precoce para evitar dor contínua, morbidade e perda dentária.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diferenciar entre sinusite causada por vias de drenagem obstruídas e doença odontogênica é importante para direcionar os pacientes ao tratamento mais apropriado. A falha em identificar a fonte da doença odontogênica leva à sinusite recorrente após a cessação da terapia com antibióticos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Referência
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ARTICLE Imaging Findings, Complications, and Mimics after Common and Advanced Dental Procedures, by the Radiological Society of North America, Inc, 2025 ; ARTICLE Teeth: What Radiologists Should Know, RSNA, 2012. ; https://radiopaedia.org/articles/odontogenic-sinusitis?lang=us
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Autores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dr. Lucas Giansante Abud, Dr. Caio Pedral Sampaio Sgarbi.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-03-18+at+11.07.06+%281%29.jpeg" length="16535" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 25 Mar 2025 23:11:35 GMT</pubDate>
      <author>abud.lucas@gmail.com (Lucas Abud)</author>
      <guid>https://www.medig.com.br/caso-clinico-20-de-marco-de-2025-cabeca-e-pescoco</guid>
      <g-custom:tags type="string">caso clinico</g-custom:tags>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Os 5 pilares da Gestão Medig</title>
      <link>https://www.medig.com.br/os-5-pilares-da-gestao-medig</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os 5 pilares da Gestão Medig
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Medig - Gestão surge com uma proposta diferenciada para a área de serviços de imagem, com a parceria que você procurava para crescer ou implantar serviços de imagens diagnósticas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1 - Gestão Estratégica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Análise do mercado atual para identificar oportunidades e compreender com objetividade pontos fortes e fracos das organizações. Experiência nos estudos dos custos e na gestão da assistência à saúde para a implantação das práticas de planejamento e gestão da estratégia, visando à inovação e sustentabilidade.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A telerradiologia desempenha um papel essencial na expansão do acesso a cuidados de saúde de qualidade, melhorando a eficiência dos diagnósticos e tratamentos, contribuindo para uma melhor gestão dos recursos médicos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2 - Gestão de Processos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Formação de equipes.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           - Otimização de agendas e protocolos de equipamentos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           - Implantação de integração&amp;#3;por PACS/RIS/HIS.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           - Assessoria para realização de exames a distância e/ou no próprio local.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           3 - Organização do Laudo Médico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Organização do fluxo de laudo da empresa com possibilidade de laudo&amp;#3;a distância e/ou&amp;#3;no próprio local.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           - Padronização de laudos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           4 - Assessoria
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Assessoria para implantação física, melhoria estrutural de serviços de imagem e possibilidade de parceria com investimentos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           - Avaliação do potencial dos serviços da empresa e sua capacidade de expansão.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           - Estudos e soluções para viabilidade financeira.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           - Se houver interesse, há possibilidade de parceria societária com investimentos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           5 - Educação e Treinamento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Cursos de aprimoramento e/ou acompanhamento médico e técnico.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           - Capacitação contínua e aprimoramento de equipes médicas e técnicas por meio de cursos em nossa sede ou no próprio local.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Medig - Telerradiologia atende a hospitais e clínicas de todo o país.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.medig.com.br/contact_us"&gt;&#xD;
      
           Entre em contato
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e solicite um orçamento.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/os-5-pilares-da-gestao-medig.jpg" length="180390" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 27 Jun 2024 16:23:33 GMT</pubDate>
      <author>falecom@edsonogata.com.br (Edson Ogata)</author>
      <guid>https://www.medig.com.br/os-5-pilares-da-gestao-medig</guid>
      <g-custom:tags type="string">telerradiologia</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/os-5-pilares-da-gestao-medig.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/os-5-pilares-da-gestao-medig.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A importância da Telerradiologia na Medicina Moderna</title>
      <link>https://www.medig.com.br/a-importancia-da-telerradiologia-na-medicina-moderna</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A importância da telerradiologia na medicina moderna
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A telerradiologia envolve a transmissão online de imagens, como Raio-X, Tomografia Computadorizada, Ressonâncias Magnéticas e ultrassonografias, para análise e interpretação por radiologistas que estão localizados remotamente. A importância da telerradiologia na medicina moderna pode ser resumida nos seguintes pontos:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Acesso a Especialistas: a telerradiologia permite que hospitais e clínicas em qualquer lugar obtenham consultas de especialistas em tempo real, melhorando a precisão dos diagnósticos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Rapidez no Diagnóstico: a telerradiologia possibilita uma rápida resposta, muitas vezes 24/7, o que é crucial para situações de emergência onde o tempo é um fator crítico para o tratamento eficaz.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Eficiência Operacional: com os especialistas trabalhando de forma remota, clínicas e hospitais podem otimizar seus recursos, aumentando a eficiência e reduzindo custos operacionais.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Segunda Opinião: Facilita a obtenção de uma segunda opinião de outros especialistas, o que pode ser vital para casos complexos ou duvidosos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Educação e Treinamento: A telerradiologia também serve como uma ferramenta educacional, onde radiologistas menos experientes podem receber orientação e feedback de especialistas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Continuidade do Cuidado: Permite um acompanhamento contínuo dos pacientes, independentemente de onde eles estejam, assegurando que os tratamentos sejam monitorados.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A telerradiologia desempenha um papel essencial na expansão do acesso a cuidados de saúde de qualidade, melhorando a eficiência dos diagnósticos e tratamentos, contribuindo para uma melhor gestão dos recursos médicos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Medig - Telerradiologia atende a hospitais e clínicas de todo o país.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.medig.com.br/contact_us"&gt;&#xD;
      
           Entre em contato
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e solicite um orçamento.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/a-importancia-da-telerradiologia-na-medicina-moderna.jpg" length="112069" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 27 Jun 2024 16:08:37 GMT</pubDate>
      <author>falecom@edsonogata.com.br (Edson Ogata)</author>
      <guid>https://www.medig.com.br/a-importancia-da-telerradiologia-na-medicina-moderna</guid>
      <g-custom:tags type="string">telerradiologia</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/a-importancia-da-telerradiologia-na-medicina-moderna.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/a-importancia-da-telerradiologia-na-medicina-moderna.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Novas diretrizes do CBR para o rastreamento do Câncer de Mama</title>
      <link>https://www.medig.com.br/novas-diretrizes-do-cbr-para-o-rastreamento-do-cancer-de-mama</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Novas recomendações para o Rastreamento do Câncer de Mama
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além dos tumores de pele não melanoma, o câncer de mama é a principal causa de câncer em mulheres no Brasil. A campanha Outubro Rosa foi criada para a conscientização sobre a importância do diagnóstico precoce para combate ao Câncer de Mama.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, em setembro de 2023, o Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR), a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) lançaram novas diretrizes para o rastreamento do câncer de mama com o objetivo de melhorar cada vez mais os resultados do rastreamento. Essas ações aumentam an eficácia e a precocidade do diagnóstico e aumentam as chances de cura.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A importância do diagnóstico precoce do câncer de mama
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O câncer de mama é uma doença que pode se desenvolver lentamente em seus estágios iniciais, o que dificulta o diagnóstico precoce e o tratamento bem-sucedido. A prova disso é que o câncer de mama tornou-se o câncer mais diagnosticado em todo o mundo em 2021 e a principal causa de morte entre as mulheres. Isso reforça a necessidade de implementar programas de rastreamento mais ativos e eficazes.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Recomendações para o rastreamento do câncer de mama
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As novas recomendações do CBR em parceria com a SBM e a Febrasgo para o rastreamento do câncer de mama levam em consideração diferentes cenários e fatores de risco. Aqui estão algumas das principais recomendações:
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em mulheres com risco populacional usual e sem fator de risco adicional, a recomendação é que a mamografia de rastreamento seja feita anualmente a partir dos 40 anos de idade;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em mulheres com mamas densas, a tomossíntese mamária pode ser considerada como método adicional à mamografia para melhorar a detecção de lesões e aumentar a sensibilidade do diagnóstico;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em mulheres com história pessoal de biópsia indicando hiperplasia atípica ou carcinoma lobular in situ clássico deve-se considerar um acompanhamento mais frequente a depender do cálculo de risco realizado para cada paciente;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em mulheres com história pessoal de tratamento de câncer de mama invasor ou carcinoma ductal in situ o acompanhamento deve ser individualizado conforme o tratamento prévio e o risco de recorrência;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em mulheres com história pessoal de radioterapia torácica o rastreamento do câncer de mama deve iniciar mais precocemente e é preciso ter atenção especial com as áreas previamente irradiadas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em mulheres portadoras de mutação genética ou com forte história familiar de câncer de mama o acompanhamento deve ser iniciado aos 30 ou 35 anos (a depender da mutação), e incluir a ressonância magnética e outros exames, conforme necessário.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fonte: CBR
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A Medig - Telerradiologia atende a hospitais e clínicas de todo o país.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="/contact_us"&gt;&#xD;
      
           Entre em contato
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e solicite um orçamento.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/novas-diretrizes-do-cbr-para-o-rastreamento-do-cancer-de-mama.jpg" length="159575" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 04 Oct 2023 16:09:06 GMT</pubDate>
      <author>falecom@edsonogata.com.br (Edson Ogata)</author>
      <guid>https://www.medig.com.br/novas-diretrizes-do-cbr-para-o-rastreamento-do-cancer-de-mama</guid>
      <g-custom:tags type="string">telerradiologia</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/novas-diretrizes-do-cbr-para-o-rastreamento-do-cancer-de-mama.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/novas-diretrizes-do-cbr-para-o-rastreamento-do-cancer-de-mama.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Big Data na saúde</title>
      <link>https://www.medig.com.br/big-data-na-saude</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Big Data na saúde
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A tecnologia conhecida como Big Data permite o processamento, armazenamento e análise de grandes quantidades de dados em tempo real. Usando essas informações, é possível encontrar padrões, tendências e insights para melhorar a tomada de decisão em várias áreas, como finanças, negócios e saúde.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Essa tecnologia tem se tornado cada vez mais importante na área da saúde porque permite aos profissionais acessar informações importantes sobre pacientes, tratamentos e doenças em uma escala muito maior do que antes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A capacidade de previsão é um dos seus principais benefícios. A análise de grandes volumes de dados permite a identificação de padrões e tendências que ajudam os médicos a prever quais pacientes são mais propensos a desenvolver doenças específicas. Isso permite que os médicos tomem medidas preventivas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           É possível estabelecer um registro médico eletrônico compartilhado e unificado, o que resulta em melhorias na qualidade do atendimento e permite que os profissionais de saúde tomem decisões mais bem informadas e baseadas em evidências. O Big Data também pode ser usado para monitorar a eficácia de medicamentos e tratamentos, permitindo ajustes em tempo real para melhorar os resultados do paciente.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A MEDIG ajuda hospitais de pequeno porte com a radiologia. Estamos dispostos a colaborar com sua instituição fornecendo qualidade, precisão e agilidade nos laudos radiológicos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A Medig - Telerradiologia atende a hospitais e clínicas de todo o país.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="/contact_us"&gt;&#xD;
      
           Entre em contato
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e solicite um orçamento.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/big-data-na-saude.jpg" length="188340" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 30 Aug 2023 21:35:49 GMT</pubDate>
      <author>falecom@edsonogata.com.br (Edson Ogata)</author>
      <guid>https://www.medig.com.br/big-data-na-saude</guid>
      <g-custom:tags type="string">telerradiologia</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/big-data-na-saude.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/big-data-na-saude.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A importância do diagnóstico precoce para prevenção de AVC</title>
      <link>https://www.medig.com.br/a-importancia-do-diagnostico-precoce-para-prevencao-de-avc</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A importância do diagnóstico precoce para prevenção de AVC
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O diagnóstico precoce é de extrema importância na prevenção de AVC (Acidente Vascular Cerebral). O AVC é uma condição que requer atendimento médico imediato, pois pode causar danos graves ao cérebro e até mesmo levar à morte.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Identificar os sinais e sintomas precoces de um AVC é fundamental para garantir um tratamento adequado e reduzir os danos causados. Alguns dos sintomas mais comuns de um AVC incluem fraqueza repentina em um lado do corpo, dificuldade para falar, desequilíbrio, alterações repentinas na visão e dor de cabeça intensa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Ao reconhecer esses sinais, é importante buscar atendimento médico imediato, pois o tratamento precoce pode ajudar a minimizar os danos causados pelo AVC. O diagnóstico envolve exames clínicos, avaliação neurológica e exames de imagem, como a tomografia computadorizada ou a ressonância magnética.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Além disso, adotar um estilo de vida saudável e controlar os fatores de risco, como pressão arterial elevada, diabetes, obesidade, tabagismo e colesterol alto, também são medidas importantes na prevenção de AVC. É essencial manter uma alimentação equilibrada, praticar atividade física regularmente, evitar o consumo excessivo de álcool e não fumar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Em resumo, o diagnóstico precoce do AVC é crucial para um tratamento eficaz e para minimizar os danos causados ao cérebro. É fundamental estar atento aos sinais e sintomas e procurar atendimento médico imediato caso eles se manifestem. Além disso, adotar um estilo de vida saudável e controlar os fatores de risco também são medidas importantes na prevenção do AVC
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A MEDIG ajuda hospitais de pequeno porte com a radiologia. Estamos dispostos a colaborar com sua instituição fornecendo qualidade, precisão e agilidade nos laudos radiológicos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A Medig - Telerradiologia atende a hospitais e clínicas de todo o país.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="/contact_us"&gt;&#xD;
      
           Entre em contato
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e solicite um orçamento.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/a-importancia-do-diagnostico-precoce-para-prevencao-de-avc.jpg" length="142993" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 23 Aug 2023 21:35:48 GMT</pubDate>
      <author>falecom@edsonogata.com.br (Edson Ogata)</author>
      <guid>https://www.medig.com.br/a-importancia-do-diagnostico-precoce-para-prevencao-de-avc</guid>
      <g-custom:tags type="string">telerradiologia</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/a-importancia-do-diagnostico-precoce-para-prevencao-de-avc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/a-importancia-do-diagnostico-precoce-para-prevencao-de-avc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A telerradiologia em um hospital de pequeno porte</title>
      <link>https://www.medig.com.br/a-telerradiologia-em-um-hospital-de-pequeno-porte</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A telerradiologia em um hospital de pequeno porte
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Você sabia que hospitais e clínicas de pequeno porte podem enfrentar problemas como uma alta demanda de exames e falta de radiologistas especializados, principalmente em locais remotos? Embora estejamos aqui para ajudar, compreendemos a dificuldade de lidar com essas condições.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A telerradiologia permite superar esses problemas e melhorar o atendimento ao paciente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas como isso funciona?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mesmo que não estejamos presentes pessoalmente em uma clínica ou hospital, nossa equipe de radiologistas experientes realiza laudos à distância de forma ágil e precisa.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que você acha disso?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso significa que sua organização terá acesso a uma ampla gama de profissionais altamente qualificados que podem fornecer diagnósticos precisos e laudos detalhados sem a necessidade de contratar funcionários internos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Imagine a conveniência de enviar exames para análise e receber laudos rapidamente! Isso permite que você atenda aos seus pacientes mais rápido e eficientemente, agilizando os processos e reduzindo o tempo de espera.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A MEDIG ajuda hospitais de pequeno porte com a radiologia. Estamos dispostos a colaborar com sua instituição fornecendo qualidade, precisão e agilidade nos laudos radiológicos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A Medig - Telerradiologia atende a hospitais e clínicas de todo o país.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="/contact_us"&gt;&#xD;
      
           Entre em contato
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e solicite um orçamento.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/a-telerradiologia-em-um-hospital-de-pequeno-porte.jpg" length="226990" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 28 Jul 2023 19:32:54 GMT</pubDate>
      <author>falecom@edsonogata.com.br (Edson Ogata)</author>
      <guid>https://www.medig.com.br/a-telerradiologia-em-um-hospital-de-pequeno-porte</guid>
      <g-custom:tags type="string">telerradiologia</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/a-telerradiologia-em-um-hospital-de-pequeno-porte.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/a-telerradiologia-em-um-hospital-de-pequeno-porte.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Telerradiologia &amp; diagnósticos complexos</title>
      <link>https://www.medig.com.br/telerradiologia-diagnosticos-complexos</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Telerradiologia &amp;amp; diagnósticos complexos
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mesmo que sua unidade de saúde conte com um profissional especialista em radiologia é importante contar com um serviço de telerradiologia que contemple todas as áreas de atuação desta vasta especialidade.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Por exemplo, quando há exames de musculoesquelético e seu médico lauda mais a parte de abdômen, ou é um caso mais complexo fora da rotina de um médico mais generalista, a nossa equipe pode ser a solução para esses casos, já que cada médico tem expertise em uma determinada área da saúde, minimizando erros e entregando diagnósticos precisos.
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Receba laudos a distância de especialistas para Ressonância, Tomografia, Mamografia, Densitometria Óssea e Raio X.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A Medig - Telerradiologia atende a hospitais e clínicas de todo o país.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="/contact_us"&gt;&#xD;
      
           Entre em contato
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e solicite um orçamento.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/telerradiologia-diagnosticos-complexos.jpg" length="154669" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 27 Jun 2023 11:50:35 GMT</pubDate>
      <author>falecom@edsonogata.com.br (Edson Ogata)</author>
      <guid>https://www.medig.com.br/telerradiologia-diagnosticos-complexos</guid>
      <g-custom:tags type="string">telerradiologia</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/telerradiologia-diagnosticos-complexos.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/telerradiologia-diagnosticos-complexos.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Vale a pena investir em Telerradiologia?</title>
      <link>https://www.medig.com.br/vale-a-pena-investir-em-telerradiologia</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vale a pena investir em Telerradiologia?
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A telerradiologia facilita a gestão e contribui em diversos aspectos para o sucesso do seu centro de imagem. Sua implantação proporciona aumento da capacidade produtiva da sua clínica ou hospital. Uma equipe externa focada em telerradiologia 24h, todos os dias da semana à sua disposição.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Desse modo, é possível ampliar os exames oferecidos aos seus pacientes. Além disso, a emissão de laudos a distância auxilia na redução de custos, uma vez que o processo permite laudos 100% online, sem a necessidade da contratação de uma equipe médica completa que atue em todas as áreas da radiologia para trabalhar internamente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Receba laudos a distância de especialistas para Ressonância, Tomografia, Mamografia, Densitometria Óssea e Raio X.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A Medig - Telerradiologia atende a hospitais e clínicas de todo o país.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="/contact_us"&gt;&#xD;
      
           Entre em contato
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
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           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/vale-a-pena-investir-em-telerradiologia.jpg" length="176880" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 20 Apr 2023 11:32:41 GMT</pubDate>
      <author>falecom@edsonogata.com.br (Edson Ogata)</author>
      <guid>https://www.medig.com.br/vale-a-pena-investir-em-telerradiologia</guid>
      <g-custom:tags type="string">telerradiologia</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/vale-a-pena-investir-em-telerradiologia.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/vale-a-pena-investir-em-telerradiologia.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>8 motivos para escolher a Medig Telerradiologia</title>
      <link>https://www.medig.com.br/8-motivos-para-escolher-a-medig-telerradiologia</link>
      <description>8 motivos para escolher a Medig Telerradiologia</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           8 motivos para escolher a Medig Telerradiologia
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Listamos aqui, 8 motivos para a sua clínica ou hospital escolher a Medig Telerradiologia, confira:
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           1 - Os telelaudos da Medig - Telerradiologia são feitos por médicos radiologistas especializados em diferentes áreas da medicina, com titulações acadêmicas, muitos, com experiência internacional ou atuação na área de ensino. Isso garante que cada exame seja analisado com precisão e por um profissional plenamente capacitado naquela área.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           2 - A equipe da Medig é uma referência num grande centro de excelência médica, na cidade de Ribeirão Preto, estado do São Paulo. Neste importante centro de excelência, seus especialistas atuam tanto realizando laudos especializados, como especializando médicos de todo o país em radiologia e diagnóstico por imagem.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           3 - A Medig - Telerradiologia busca oferecer um serviço personalizado, aproximando os laudos às necessidades médicas de cada local.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           4 - A Medig -Telerradiologia está aberta a discussão de casos clínicos, já que atua na área de ensino. E também pode realizar palestras.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           5 - A Medig vai além da telerradiologia, como atua na área de ensino e gestão em serviços de imagem, pode auxiliar clínicas e hospitais na captação das imagens diagnósticas, oferecendo cursos para operadores.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           6 - A equipe da Medig possui experiência com gestão de serviços de imagem como implantação ou ampliação de serviços de radiologia, por isso entende todo o processo da sua clínica ou hospital.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           7 - A Medig oferece possibilidade de orientação presencial, com implantação dos principais protocolos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           8 - A Medig - Telerradiologia é a solução para quem necessita de laudos de especialistas, seja em cidades distantes ou em centros maiores, que precisam da opinião de um especialista em áreas específicas da medicina.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A equipe da Medig possui experiência com gestão de serviços de imagem como implantação ou ampliação de serviços de radiologia, por isso entende todo o processo da sua clínica ou hospital.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="/contact_us"&gt;&#xD;
      
           Entre em contato
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e solicite um orçamento.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/8-motivos-para-escolher-a-medig-telerradiologia.jpg" length="281695" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 07 Mar 2023 11:36:23 GMT</pubDate>
      <author>falecom@edsonogata.com.br (Edson Ogata)</author>
      <guid>https://www.medig.com.br/8-motivos-para-escolher-a-medig-telerradiologia</guid>
      <g-custom:tags type="string">telerradiologia</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/8-motivos-para-escolher-a-medig-telerradiologia.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/8-motivos-para-escolher-a-medig-telerradiologia.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Um novo conceito em atendimento hospitalar</title>
      <link>https://www.medig.com.br/um-novo-conceito-em-atendimento-hospitalar</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    
          Um novo conceito em atendimento hospitalar em Guaxupé-MG
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/um-novo-conceito-em-atendimento-hospitalar.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um novo capítulo começa a ser escrito na história: um novo conceito de atendimento hospitalar em Guaxupé.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           No dia 22 de outubro de 2021 foi inaugurado o novo Hospital de Guaxupé, o Life Medical Hospital. A Lumina Imagens Médicas tem orgulho de ser parte deste lindo projeto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Lumina utiliza os serviços de telerradiologia da Medig, confiando assim a gestão de laudos à distância para nossa equipe de especialistas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fazer a diferença na vida de alguém.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Fazer a diferença na vida de um povo.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Dos mais pequenos gestos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Carinho, humanidade, tudo pode fazer a diferença na vida de alguém.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A Lumina Imagens Médicas, desde 1979 tem este compromisso: fazer a diferença na vida da nossa gente.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Um centro de diagnóstico por imagem pioneiro para Guaxupé e região, com equipamentos antes encontrados apenas em grandes centros.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Profissionais altamente capacitados, preparados para prestar todo o suporte necessário em nossas instalações, com total compromisso com a história de cada paciente.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           É sobre fazer a diferença.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           É sobre proporcionar conforto em momentos delicados.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Promover mais saúde para nossa região.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Lumina Imagens Médicas - Tecnologia a favor da sua vida.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conte com o nosso apoio, sua saúde merece atenção!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/um-novo-conceito-em-atendimento-hospitalar.jpg" length="188177" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sat, 23 Oct 2021 14:51:37 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.medig.com.br/um-novo-conceito-em-atendimento-hospitalar</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/um-novo-conceito-em-atendimento-hospitalar.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/um-novo-conceito-em-atendimento-hospitalar.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>[Caso Clínico] Julho de 2021 - Pescoço</title>
      <link>https://www.medig.com.br/caso-clinico-julho-de-2021</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Masculino, 42 anos, Lesões expansivas nas bifurcações carotídeas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diagnóstico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Paraganglioma Carotídeo.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Definição
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os paragangliomas (tumores glômicos, glomus) são lesões originarias das células parangaglionicas da crista neural. São tumores pouco frequentes, benignos, de crescimento lento e extremamente vascularizamos. Suas principais localizações no espaço carotídeo são: na bifurcação carotídea, em torno do gânglio do nervo vago, junto a base do crânio, no bulbo jugular e comprometendo simultaneamente a orelha média e bulbo jugular.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Epidemiologia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sua incidência costuma ser entre 40 e 50 anos e tem uma predileção pelo sexo feminino. São o tipo mais comum de paraganglioma (60-70%) e 10% dos casos são bilaterais.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Cerca de 10% dessas lesões apresentam transformação maligna, 10% são secretores de catecolaminas e 10% estão associados a um padrão de herança autossômica dominante ou fazem parte de uma síndrome de neoplasia endócrina múltipla.
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Sua mortalidade chega a 30% quando nenhum tratamento é empregado ao tumor do corpo carotídeo.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apresentação Clínica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Suas principais queixas são presença de massa cervical de crescimento lento, consistente, não compressível e indolor, podendo também causar sintomas inespecíficos em 70% dos paciente como dor, disfonia, disfagia, dispnéia, sensação de pressão no ângulo da mandíbula, zumbido pulsátil, cefaleia e síncope.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Características de Imagens
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           •   TC: Lesão de partes moles mal delimitada e ricamente vascularizara, com destruição permeativa das estruturas ósseas adjacentes, apresentando realce intenso no exame contrastado.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           •   RM: Sinal intermediário nas sequências ponderadas em T1 e hipersinal nas imagens ponderadas em T2, observando-se frequentemente imagens serpinginosas de ausência de sinal dentro da lesão em todas as sequências de imagem, característica da presença de vasos dominantes, associados a focos hemorrágicos, intratumoral, representados por focos de alto sinal (aspecto de sal e pimenta - identificação de vasos calibrosos no interior do tumor). O uso do contraste paramagnético evidencia sua hipervascularização.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diagnósticos Diferenciais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O mais importante é o Schwannoma hipervascular, podendo ser também linfonodomegalia, cisto branquial, neoplasia da glândula parótida, neoplasia da tiroide, neurinoma, aneurisma da artéria carótida, nódulo tuberculoso ou outras metástases tumorais.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tratamento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tratamento de escolha é a ressecção cirúrgica podendo ter indicação de embolização prévia por meio de arteriografia.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Referências
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ESPAÇOS cervicais supra-hioides e infra-hioides: espaço carotídeo - tumores benignos. In: CABEÇA e pescoço. 1. ed. [S.L.]: Elsevier, 2017. cap. 17, p. 649-650.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           CABEÇA e pescoço: Base do crânio. In: RADIOLOGIA diagnóstica e prática: Manual da Residência do Hospital Sírio-Libanês. 1. ed. [S.L.]: Manole, 2017. cap. 2, p. 725-726.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           PARAGANGLIOMA de corpo carotídeo: Análise de casos publicados no Brasil nos últimos 10 anos. Revista de Angiologia de Cirurgia Vascular, Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular-Regional do Rio de Janeiro, ed. 2, p. 22-30, 2017.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Autores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dra Cecilia Miyake, Dra Ingrid Krichenko, Dra Maria Eduarda Pimentel Jabali.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/caso-clinico-medig-2021-07_01.jpg" length="25771" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sat, 31 Jul 2021 19:00:19 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.medig.com.br/caso-clinico-julho-de-2021</guid>
      <g-custom:tags type="string">caso clinico</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/caso-clinico-medig-2021-07_01.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/caso-clinico-medig-2021-07_01.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>[Caso Clínico] Junho de 2021 - Neuro</title>
      <link>https://www.medig.com.br/caso-clinico-junho-de-2021-neuro</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Lisencefalia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Lisencefalia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A lisencefalia inclui uma variedade de malformações cerebrais graves, incluindo agiria (giro ausente), paquigiria (giro amplo) e heterotopia de banda subcortical. Na lisencefalia (que significa literalmente cérebro liso), a superfície do cérebro parece lisa. Pode ocorrer isoladamente ou em associação com outras síndromes (síndrome de Miller-Dieker).
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A lisencefalia é causada por um defeito na migração neuronal durante o desenvolvimento embrionário entre 12 e 24 semanas de gestação que resulta na ausência de desenvolvimento normal dos giros e sulcos cerebrais. Crianças com lisencefalia apresentam atrasos significativos no desenvolvimento e deficiência mental, mas variam de criança para criança, dependendo do grau de malformação cerebral.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fisiopatologia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As causas genéticas e não genéticas levam a uma deficiência na migração dos neurônios recém-formados para a superfície do cérebro, resultando em um defeito estrutural no córtex cerebral, além do número reduzido de camadas celulares no córtex.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sinais e sintomas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A lisencefalia tem diferentes níveis de gravidade e sintomas.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os sintomas podem incluir convulsões, dificuldade de alimentação, espasmo muscular, deficiência mental, deficiência psicomotora grave, deficiência de crescimento, atrasos no desenvolvimento e, às vezes, anomalias nas mãos, dedos ou dedos dos pés. No entanto, algumas crianças podem desenvolver-se normalmente com uma dificuldade de aprendizagem leve.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A epilepsia se desenvolve no primeiro ano de vida em 9 entre 10 casos de lisencefalia.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Características de Imagens
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O manejo de crianças com lisencefalia é sintomático e de suporte. O tratamento visa melhorar a ingestão de nutrientes em pacientes com dificuldades alimentares e o uso de anticonvulsivantes para prevenir ou controlar as convulsões. O aconselhamento genético geralmente é oferecido às famílias das crianças afetadas, juntamente com estudos genéticos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diagnóstico Diferencial
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem mais de 20 tipos de lisencefalia, a maioria deles estão listados em 2 categorias principais: lisencefalia clássica (Tipo 1) e lisencefalia Cobblestone (Tipo 2).
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Cada categoria compartilha apresentações clínicas semelhantes, mas diferentes mutações genéticas.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O exame do cérebro na lisencefalia tipo I mostra um córtex cerebral com quatro camadas em vez de seis camadas, como em pacientes normais, enquanto na lisencefalia tipo 2 o córtex cerebral é desorganizado e parece enrugado ou nodular devido ao deslocamento completo do córtex cerebral com agrupamentos de neurônios corticais separados por tecido glio-mesenquimal. Os pacientes também apresentavam anormalidades musculares e oculares.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Lisencefalia clássica (tipo 1):
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           - LIS1: lisencefalia isolada e síndrome de Miller-Dieker (lisencefalia associada a dismorfismo facial)
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           .- LISX1: mutação do gene DCX. Em comparação com a lisencefalia causada por mutações LIS1, DCX mostra um córtex de seis camadas em vez de quatro
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           .- Lisencefalia isolada sem outros defeitos genéticos conhecidos
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           .Lisencefalia tipo Cobblestone (tipo 2)
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           :- Síndrome de Walker-Warburg
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           .- Síndrome de Fukuyama
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           .Outros tipos que não podem ser classificados em um dos dois grupos mencionados acima
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           :- LIS2: Síndrome de Norman-Roberts, semelhante à lisencefalia tipo I ou síndrome de Miller-Dieker, mas sem deleção do cromossomo 17
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           .- LIS
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           3- LISX
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           2- Microlisencefalia: É uma combinação entre a ausência do dobramento normal do córtex cerebral com uma cabeça de dimensões reduzidas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Prognóstico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O prognóstico varia de acordo com a gravidade da síndrome. A expectativa de vida é curta e muitos morrerão antes dos 10 anos. A causa mais comum de morte entre pacientes com lisencefalia é broncoaspiração e doença respiratória.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A lisencefalia pode afetar algumas áreas do cérebro de uma forma mais grave do que em outras. O gradiente de gravidade depende do tipo de lisencefalia e das mutações genéticas.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Complicações
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cada caso é diferente, mas as complicações mais comuns em pacientes com lisencefalia são problemas respiratórios, dificuldade de alimentação e convulsões.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Referência
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Kattuoa Ml, M Das J. Lissencephaly. Atualizado em 13 de outubro de 2020. Em: StatPearls. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing. Janeiro de 2021. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK560766/.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Autores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dr. Lucas Galvani, Dr. Felipe Anjos, Dra. Cecília Miyake.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/caso-clinico-medig-2021-06_01.jpg" length="21228" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 30 Jun 2021 19:20:30 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.medig.com.br/caso-clinico-junho-de-2021-neuro</guid>
      <g-custom:tags type="string">caso clinico</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/caso-clinico-medig-2021-06_01.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>[Caso Clínico] Maio de 2021 - Tórax</title>
      <link>https://www.medig.com.br/caso-clinico-maio-de-2021-torax</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Masculino, 76 anos, queixa de dispneia crônica com piora nos últimos 6 meses
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diagnóstico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pneumoconiose.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Definição
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A pneumoconiose se refere à um grupo de doenças relacionada à inalação de partículas, dentre elas, substâncias inorgânicas, metais pesados e sais orgânicos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Epidemiologia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estão relacionadas à exposição crônica geralmente laborais. É uma doença encontrada em trabalhadores de metalúrgicas, construtoras e minas. Os matérias mais comuns relacionados à pneumoconiose são a sílica, asbesto e metais pesados.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fisiopatologia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O processo se dá apenas com partículas que possuem diâmetro de até 10 µm, pois são elas que têm a capacidade de atingir a via aérea inferior. Essas substâncias, o organismo pouco consegue combater com seus mecanismos de defesa imunológica e/ou leucocitária, diferentemente do que ocorre com microorganismos que podem ser fagocitados, digeridos ou destruídos pela ação de anticorpos e de células de defesa por meio das enzimas lisossomais e outros mecanismos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apresentação Clínica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ocorre geralmente em pacientes idosos com quadro de dispneia de longa duração e de caráter progressivo, geralmente trabalhadores expostos há pelo menos 10 anos com o material envolvido.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Achados de Imagem
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Placas calcificadas pleurais.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           - Pneumopatia, podendo ou não estar associada à fibrose pulmonar.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           - Atelectasia redonda..
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tratamento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tratamento das pneumoconioses é geralmente com sintomáticos, utiliza-se mucolíticos, broncodilatadores e oxigenoterapia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Referência
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1- CAPITANI, Eduardo; ALGRANTI, Eduardo; Outras Pneumoconioses. Jornal Brasileiro de Pneumologia, Rio de Janeiro, v. 32, maio, 2006. Disponível em: https://www.scielo.br/j/jbpneu/a/F3XmcXpX6W9sZ6snFDF9qKD/abstract/?lang=pt
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           2 – CULLINAN, Paul; REID, Peter: Pneumoconiosis. Prim Care Respiratory Journal, v.22 2013, p. 249 - 252. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6442808/.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Autores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dr. José Victor Monteiro Gimenes, Dr. Marcus Vinicius Valentin.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/caso-clinico-medig-2021-05_01.jpg" length="138038" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 31 May 2021 19:30:30 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.medig.com.br/caso-clinico-maio-de-2021-torax</guid>
      <g-custom:tags type="string">caso clinico</g-custom:tags>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>[Caso Clínico] Abril de 2021 - Abdome</title>
      <link>https://www.medig.com.br/caso-clinico-abril-de-2021-abdome</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Feminino, 84 anos, queixa de dor abdominal
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diagnóstico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Íleo Biliar.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Definição
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O íleo biliar é uma das possíveis complicações da colelitíase porém rara. Consiste na obstrução mecânica do intestino delgado por cálculo de origem biliar, mais frequente no íleo terminal. Na maioria dos casos a colelitiase é assintomática, sendo diagnosticada acidentalmente em exame de imagem. Dentre as complicações da colelitíase podemos citar a colecistite aguda, a pancreatite aguda biliar e a coledocolitíase, que são as mais comuns. Ainda pode ocorrer formação de fístula bileo-digestiva com passagem de cálculos para o intestino delgado. Cálculos maiores podem levar a obstrução intestinal, em geral em região de válvula ileo-cecal, sendo essa obstrução chamada de íleo-biliar.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Epidemiologia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O íleo biliar é uma afecção rara, responsável apenas por 0,5% das complicações da colelitíase. Dentre as causas de obstrução intestinal corresponde a apenas de 1 a 4%.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fisiopatologia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O processo se inicia quando ocorre episódio de colecistite. O processo inflamatório pericolecístico é responsável pela formação de uma adesão entre a vesícula e o tubo digestivo, em geral duodeno, que evolui com uma fístula entre as estruturas. Nesse momento ocorre alívio dos sintomas do paciente, porém fica mantido pertuito para cálculos biliares migrarem pelo sistema digestivo. Esses cálculos podem ser impactados e causar obstrução. Classicamente, o local de impactação é o íleo-terminal, próximo a válvula ileocecal , e geralmente ocorre devido a cálculos maiores que 2 cm.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apresentação Clínica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ocorre geralmente em pacientes idosos com quadro de dor abdominal com alguns dias de evolução, com períodos intercalados de melhora e piora evoluindo com piora súbita da dor e síndrome de obstrução intestinal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Achados de Imagem
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Pneumobilia - presença de ar nas vias biliares.
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Visualização do calculo no íleo terminal.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Obstrução intestinal.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diagnóstico Diferencial
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Síndrome de Bouveret.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tratamento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tratamento do íleo biliar é cirúrgico, a partir da incisão do delgado para a retirada do cálculo (enterolitotomia). A colecistectomia bem como a correção da fístula deve ser realizada, porém em um segundo tempo cirúrgico, principalmente em pacientes com alto risco. Pacientes jovens e hígidos podem ser submetidos a ambos os procedimentos em um único tempo cirúrgico. É possivel que ocorram cálculos síncronos, por isso deve-se realizar a exploração de todo intestino a procura dos mesmos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Referência
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1- GUIMARÃES, Samuel; MOURA, Jose; PACHECO JR., Adhemar; SILVA, Rodrigo. Ileo biliar – uma complicação da doença calculosa da vesícula biliar. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontoogia, Rio de Janeiro, v. 13, p. 159-163, 1 abr. 2010. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/rbgg/v13n1/a17v13n1.pdf. Acesso em: 7 abr. 2021
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           2 - GASTROINTESTINAL: Série Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por imagem. In: BLASBALG, Roberto; CAIADO, Angela; ORTEGA, Cinthia. Vesícula e Vias Biliares. 1ª. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. cap. Vesícula e vias biliares, p. 419 - 454.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Autores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Renan Viacelli Toretto, Lara Macatrão Bacelar, Natieli de Natali Momesso.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/caso-clinico-medig-2021-04_01.jpg" length="42104" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 30 Apr 2021 19:54:12 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.medig.com.br/caso-clinico-abril-de-2021-abdome</guid>
      <g-custom:tags type="string">caso clinico</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/caso-clinico-medig-2021-04_01.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>[Caso Clínico] Março de 2021 - Abdome</title>
      <link>https://www.medig.com.br/caso-clinico-marco-de-2021-abdome</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Paciente feminina, 23 anos comparece ao pronto socorro com dor abdominal difusa, náusea e vômitos. História de cirurgia bariátrica prévia.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diagnóstico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Intussuscepção intestinal.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Definição
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É uma causa importante de obstrução intestinal delgado em crianças, mas é menos comum em adultos e consiste em invaginação do intestino proximal para dentro da luz intestinal distal.
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A porção invaginada é denominada intussuscepto e o intestino que o recebe é denominado intussuscepiente.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Epidemiologia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Predominância no sexo masculino (2:1). Sendo a grande maioria das intussuscepções ocorre em crianças (95%), geralmente após os primeiros três meses de vida. Embora comum na população pediátrica, é rara em adultos, sendo que apenas 5% de todos os casos de intussuscepção ocorrem nesta faixa etária e dessas, somente 1% com obstrução intestinal e pode ocorrer após intervenções cirúrgicas ou pode ser uma complicação de condições que provocam espessamento da parede intestinal.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fisiopatologia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A intussuscepção ocorre quando o segmento proximal do intestino telescopa dentro do segmento distal. Geralmente localiza-se entre segmentos que se movimentam livremente e segmentos retroperitoneais ou fixados por aderência. Diante disso, o mesentério pode ser incluído no intussepto e causar prejuízo do fluxo sanguíneo local, podendo causar isquemia e necrose da porção intestinal acometida.
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Quanto a localização, pode ser classificado em três categorias principais: enteroentérica, colo-cólica e íleo-cólica.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Enquanto em crianças cerca de 90% dos casos são de etiologia idiopática, entre adultos a etiologia é definida em 90% dos casos, sendo que a causa mais frequente está relacionada à presença de tumores intestinais ou pode ser uma complicação de condições que provocam espessamento da parede intestinal, tais como púrpura de Henoch-Schoelein ou fibrose cística.
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Em casos de intussuscepção relatada em pós-operatório a etiologia mais comum esta relacionada à presença de sutura intestinal e aderências.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apresentação Clínica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em adultos a clinica geralmente não é específica, e os sintomas incluem distensão abdominal, náusea, vômito, alteração do hábito intestinal e fezes em “geleia-de-framboesa”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Achados de Imagem
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O diagnostico pode ser efetuado com radiografia simples, ultrassonografia, tomografia computadorizada e enema baritado ou com gás/solução salina. Alguns desses métodos também proporcionam terapia desta condição.
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Nas radiografias abdominais podem mostrar níveis hídricos, dilatação das alças intestinais e em aproximadamente 50% dos casos, a cabeça do intussuscepto é visível como efeito de tecidos moles ao longo do cólon.
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A ultrassonografia é uma modalidade de exame muito efetivo e confiável para a demonstração da intussuscepção. Caracteristicamente, uma massa cilíndrica é observada, consistindo em um anel hipoecoico externo que circunda tecidos com ecogenicidade variável e representam as camadas do intestino edemaciadas que se alternam com camadas do mesentério conhecido como “sinal do alvo”. Outros sinais incluem sinal de donut e pseudo-rim. A ultrassonografia com Doppler tem sido utilizada para estimar a viabilidade do tecido.
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Na tomografia computadorizada é possível visualizar no plano axial as camadas duplicadas do intussuscepto e intussuscepiente, formando anéis concêntricos, sendo tal achado característico do “sinal do alvo”, descrito na ultrassonografia. No plano coronal, possivelmente pode ser visualizado a imagem conhecida como “salsicha“ de tecido mole. No exame contrastado a porção proximal da instussuscepção realçará dois anéis concêntricos. Esse achado equivale as paredes do intestino interno e a borda do intestino externo. À medida que a imagem avança pela tomografia, o mesentério formara um crescente de tecido comprimindo o lúmen interno.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diagnóstico Diferencial
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O principal diagnostico diferencial é a intussuscepção transitória, ocorrendo com maior frequência no intestino delgado. É de comprimento curto, discretamente ecogênico pela ultrassonografia.
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Outros diagnósticos diferenciais incluem divertículo de Meckel, íleo de cálculo biliar, tumor de intestino primário, metástase e linfoma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tratamento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A redução por enema é realizada por contraste hidrossolúvel ou ar sob pressão, tendo taxa de redução da intussuscepção na faixa de 80% a 90% dos casos. Se a redução por enema não for bem sucedido, geralmente é necessária intervenção cirúrgica.
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Em adultos geralmente é necessário laparotomia, porque na maioria dos casos existe um ponto inicial que requer tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Referência
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1- Brant, Willian E. et al. Fundamentos de Radiologia : Diagnóstico por imagem. 4.edição. Rio de Janeiro; Guanabara Koogan, 2015.
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           2- RASULI, Bahman, et al. Intussusception. Radiopaedia, 2020. Disponível em: https://radiopaedia.org/articles/intussusception.
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           3- SILVA, Nayara Moraes G. et al. Relato de caso de intussuscepção em adulto por adenocarcionoma. Journal de Coloproctology. Vol. 37, pag 81. 2017.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Autores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Rafael Nunes Chagas Brito
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Guilherme Nunes Chagas Brito
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Mayara Pimenta Lima
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 31 Mar 2021 22:14:33 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.medig.com.br/caso-clinico-marco-de-2021-abdome</guid>
      <g-custom:tags type="string">caso clinico</g-custom:tags>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>[Caso Clínico] Fevereiro de 2021 - Tórax</title>
      <link>https://www.medig.com.br/caso-clinico-fevereiro-de-2021-torax</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dissecção de Aorta - Masculino, 62 anos, dor torácica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diagnóstico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dissecção de aorta toraco-abdominal.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Definição
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Lesão da intima na parede de um vaso anormalmente enfraquecida, com entrada de fluxo sanguíneo na camada média proximal e distal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Classificação de Stanford
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tipo A: envolve a aorta ascendente e pode ou não envolver arco e descendente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tipo B: envolve exclusivamente a aorta descendente (segmento distal à subclávia esquerda)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Epidemiologia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mais comum em homens idosos, estando relacionada a hipertensão arterial sistêmica (HAS) em 70% dos casos. Outros fatores de risco são: desordens do colágeno geneticamente mediadas, presença de valva aórtica bivalvulada, presença de aneurisma de aorta prévio e cirurgia cardíaca prévia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fisiopatologia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A dissecção da aorta pode ter etiologia degenerativa, estar associada às desordens do colágeno geneticamente mediadas ou estar relacionada a insulto traumático de aceleração e desaceleração, ou de instrumentação iatrogênica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A necrose cística da camada média é o substrato anatomopatológico comum e é considerada o pré-requisito para a ruptura intimal ou hemorragia da média. 50 a 65% das lesões da intima são encontradas na aorta ascendente próximas da junção sinotubular
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apresentação Clínica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Seus sintomas e sinais dependem da extensão da dissecação e das estruturas acometidas. Ela se apresenta, de modo geral, com dor torácica anterior de início súbito, intensidade severa, hipertensão, dispneia. Podendo também apresentar hipotensão com instabilidade hemodinâmica como resultado de insuficiência aórtica aguda, tamponamento cardíaco, hemorragia, isquemia miocárdica ou da compressão da luz verdadeira do vaso
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Achados de Imagem
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A radiografia de tórax tem valor limitado no diagnóstico de dissecção. O método de escolha é a angiotomografia, que praticamente substitui a angiografia no diagnóstico e acompanhamento das complicações em pacientes com suspeita de dissecção de aórtica. O valor da RM é limitado ao acompanhamento de pacientes com dissecção crônica estável.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O protocolo de exame da angiotomografia inclui uma fase sem contraste com extensão da croça à bifurcação da aorta, útil para o diagnóstico de hematoma intramural e de derrames hemorrágicos (pleural, pericárdico ou mediastinal). Outro indicio de dissecção é o deslocamento luminal de calcificações parietais devido à presença de hematoma intramural ou de falsa luz. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O diagnóstico de dissecção baseia-se na identificação do flap intimal, que se apresenta como uma fina membrana separando a luz falsa da verdadeira. A sensibilidade e a especificidade da angiotomografia em visualizar o flap intimal são superiores a 95%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Após o diagnóstico de dissecção é necessário localizá-la, definindo o envolvimento de ramos aórticos, e identificar fatores agravantes relacionados com a própria aorta e os seus ramos e órgãos relacionados
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A. Localização:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A localização é o principal fator determinante do tratamento. Habitualmente o acometimento da aorta ascendente (tipo A de Starford) indica tratamento cirúrgico pelo risco de complicações fatais, enquanto dissecções com inicio distal à artéria subclávia esquerda (tipo B de Stanford) usualmente tem tratamento conservador na ausência de complicações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O acometimento da aorta ascendente ocorre em 50% a 75% das dissecções, as quais devem ser corrigidas imediatamente a fim de evitar complicações fatais, como extensão a artérias coronárias, valva aórtica, pericárdio ou pleura. Lacerações intimais podem ser de difícil identificação na aorta ascendente próximo á valva aórtica. A sensibilidade de sua detecção esta aumentada pela maior resolução temporal dos tomógrafos multislice, que diminuem os artefatos de movimento na raiz da aorta.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na dissecção tipo B, o flap intimal habitualmente localiza-se logo após a emergência da artéria subclávia esquerda. É importante localizar os sítios de laceração porque a cirurgia e os procedimentos de colocação de prótese objetivam a oclusão das lacerações para induzir a formação de trombo na luz falsa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           B. Definição das luzes verdadeiras e falsa:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A dissecção usualmente progride de forma anterógrada ate seu termino em um ponto de reentrada, no entanto também pode haver dissecção retrograda.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As luzes verdadeira e falsa usualmente apresentam padrão helicoidal que gira em torno do eixo da aorta, o que não ocorre nos hematomas intramurais e nos trombos intraluminais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alguns aspectos ajudam a definir as luzes verdadeira e falsa:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - A luz falsa com frequência tem área transversal maior devido ao fluxo lento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - A luz verdeira encontra-se comprimida em 80% dos caos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - A falsa luz tem maior propensão à trombose.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - O fluxo sanguíneo lento leva a retardo na opacificação da luz falsa no inicio da hélice, com opacificação prolongada em direção ao término.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Quando uma luz envolve a outra, a luz interna invariavelmente é a verdadeira.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Calcificações na parede da aorta não permitem a separação das duas camadas; assim, sua presença indica a intima da luz verdadeira, em se tratando de dissecção aguda.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - A eventual calcificação da intima dissecada encontra-se na face voltada à luz verdadeira.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Sinal do bico: ângulo agudo formado na junção da intima dissecada e a parede da falsa luz.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           C. Definição da origem dos ramos aórtico:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A tomografia multislice tem resoluções espacial e de contraste confiáveis para estudo do suprimento dos ramos aórticos, ou seja, se originários da luz verdadeira ou da luz falsa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           D. Pesquisa de complicações:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isquemia: mais de um terço dos pacientes com dissecção aórtica apresenta sinais ou sintomas secundários ao envolvimento de outro órgão. O principal mecanismo é o desenvolvimento de isquemia secundaria ao acometimento de um ramo arterial. Isquemia cerebral associada a envolvimento dos troncos supra-aórticos ocorre em 5% a 10% dos pacientes e secundaria à obstrução de um ramo aórtico abdominal (tronco celíaco, artérias mesentéricas superior e inferior e renais), em até 27% das dissecções. Existem dois mecanismo principais de envolvimento de um ramo visceral: estático, quando o flap intimal intercepta ou entra na origem do ramo, e dinâmico, quando o flap intimal poupa o ramo, mas prolapsa e oblitera a sua origem. Esses mecanismos devem ser distinguidos por terem tratamentos distintos. O da estática se dá por meio da colocação de stent, e o do dinâmico, de fenestrações no flap intimal para reduzir a pressão na falsa luz. Os sinais secundários de má perfusão podem ser observados nos rins e no intestino.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Formação de aneurisma: a luz falsa tende a aumentar de diâmetro em função da alta pressão intraluminal e da estabilidade reduzida da parede, determinando a formação de aneurisma com risco de ruptura. Os segmentos ascendentes e descendentes da aorta são acometidos com maior frequência.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ruptura aórtica: o risco de ruptura aórtica em pacientes com disseção proximal não tratada é de aproximadamente 90%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E. Presença de fenestrações:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           São comunicações secundarias entre as luzes falsas e verdadeira, importantes na reperfusão da falsa luz e, consequentemente, de seus ramos no caso de obliteração terapêutica da laceração intimal proximal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diagnósticos Diferenciais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           IAM, aneurisma da aorta não-dissecante, síndrome isquêmica miocárdica ou cerebral aguda, TEP, endocardite infecciosa com insuficiência aórtica aguda, pericardites, pneumotórax hipertensivo, ruptura do esôfago, tumor de mediastino.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tratamento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Inicialmente, o tratamento clínico é baseado no controle da dos, frequência cardíaca e pressão arterial, visando diminuir, principalmente, a propagação da dissecção. Assim que diagnosticada a extensão da dissecção, o tratamento ideal seria o reparo cirúrgico imediato
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Referência
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           DISSECÇÃO de aorta: Diagnóstico diferencial e manejo. Informações e Conhecimento para a Saúde, bvsalud.org, p. 1-9, 2018.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           DISSECÇÃO de aorta: Manejo clínico e cirúrgico. Revista da SOCESP, [s. l.], p. 260-266, 2018.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           GASTRO-INTESTINAL aorta: doenças não traumaticas agudas da aorta. In: RADIOLOGIA diagnóstica e prática: Manual da Residência do Hospital Sírio-Libanês. 1. ed. [S. l.]: Manole, 2017. cap. 20, p. 390-393.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           DOENÇAS vasculares: Aorta torácica e seus ramos. In: TÓRAX. 2. ed. [S. l.]: Elsevier, 2017. cap. 5, p. 170-175
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Autores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dr Rafael Gouvea Gomes de Oliveira, Dra Ingrid Krichenko, Dra Maria Eduarda Pimentel Jabali
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/caso-clinico-medig-2021-02_01.jpg" length="38455" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sun, 28 Feb 2021 22:25:28 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.medig.com.br/caso-clinico-fevereiro-de-2021-torax</guid>
      <g-custom:tags type="string">caso clinico</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/caso-clinico-medig-2021-02_01.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/caso-clinico-medig-2021-02_01.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>[Caso Clínico] Janeiro de 2021 - Neuro</title>
      <link>https://www.medig.com.br/caso-clinico-janeiro-de-2021-neuro</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    
          Neuro
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Introdução
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A encefalopatia de Wernicke, também conhecida como síndrome de Wernicke-Korsakoff, é uma forma de deficiência de tiamina (vitamina B1) e é normalmente observada em alcoólatras.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           É comumente visto na RNM como áreas de aumento simétrico de sinal T2 / FLAIR envolvendo os corpos mamilares, tálamo dorsomedial, placa tectal, área periaquedutal e ao redor do terceiro ventrículo.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apresentação clínica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Foi originalmente caracterizada pela tríade clássica (16% dos pacientes):
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           -confusão aguda
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           -ataxia
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           -oftalmoplegia (mais comumente nistagmo horizontal e paralisia do olhar conjugado)
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A encefalopatia de Wernicke pode evoluir para a forma crônica de deficiência de tiamina conhecida como psicose de Korsakoff, caracterizada por:
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           -perda de memória (amnésia global)
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           -confabulação
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os dois sintomas são frequentemente associadas para formar a síndrome de Wernicke-Korsakof
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Patologia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A tiamina desempenha um papel essencial no funcionamento correto das vias bioquímicas do cérebro. A sua deficiência resulta de desnutrição ou má absorção, que pode ocorrer por uma série de razões:
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           - abuso de álcool (até 90% em países industrializados)
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           - fome / jejum
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           - nutrição parenteral total prolongada sem suplementação
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           - cirurgia pós-bariátrica
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           - hiperemese gravídica
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           - malignidade gastrointestinal
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           - diálise crônica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Características radiográficas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos estágios agudos, hemorragia, necrose e edema podem estar presentes. Nos estágios crônicos, alterações atróficas podem estar presentes, principalmente, envolvendo os corpos mamilares. A ressonância magnética é considerada o método mais relevante para a confirmação do diagnóstico, com 53% de sensibilidade e 93% de especificidade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CT
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Geralmente normal
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           RNM
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           T2 / FLAIR: intensidade de sinal simetricamente aumentada nos:
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           -corpos mamilares
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           -tálamo dorsomedial
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           -placa tectal
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           -substância cinzenta periaquedutal
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           -em torno do terceiro ventrículo
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           T1 C + (Gd): realce de contraste também pode ser visto nas mesmas regiões, mais comumente dos corpos mamilares
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           DWI / ADC: difusão restrita também pode ser vista nas mesmas regiões
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Espectroscopia de RM: pode mostrar NAA (N-acetil-aspartato) diminuído ou normal com a presença notável de lactato
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diagnósticos Diferenciais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Doença de Leigh: corpos mamilares não envolvidos
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Encefalopatia induzida por metronidazol: núcleos dentados, núcleos de nervos cranianos e esplênio também envolvidos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tratamento e prognóstico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tratamento da síndrome de Wernicke-Korsakoff aguda é com cloridrato de tiamina intravenoso, junto com outras vitaminas / minerais e o tratamento da causa subjacente (por exemplo, cessação do álcool). Sem tratamento, há alta mortalidade de até 20%
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Referências
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://radiopaedia.org/articles/wernicke-encephalopathy?lang=us
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           https://www.rb.org.br/detalhe_artigo.asp?id=2603
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Autores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dr. Felipe Amsterdam Maia de Sandres, Dr. Rafael Gouvea Gomes de Oliveira, Dr. Társio Amaral Oliveira
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/caso-clinico-medig-2021-01_01.jpg" length="16931" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sun, 31 Jan 2021 10:55:19 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.medig.com.br/caso-clinico-janeiro-de-2021-neuro</guid>
      <g-custom:tags type="string">caso clinico</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/caso-clinico-medig-2021-01_01.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Clube Manoel de Abreu - Ribeirão Preto 2020</title>
      <link>https://www.medig.com.br/clube-manoel-de-abreu-de-ribeirao-preto-2020</link>
      <description>Os alunos e aperfeiçoandos da Documenta e Med - Medicina Diagnóstica, parceiras da Medig - Ensino, marcaram presença no Clube Manoel de Abreu, agora na cidade de Ribeirão Preto - 2018. A cidade é reconhecida em todo país pela qualidade dos seus profissionais na área da saúde.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os alunos e residentes da Documenta e Med - Medicina Diagnóstica, parceiras da Medig - Ensino / IIESAU - Instituto Internacional de Estudos em Saúde, mais uma vez marcaram presença no Clube Manoel de Abreu de Ribeirão Preto - 2020. A cidade é reconhecida em todo país pela qualidade dos seus profissionais na área da saúde e atualmente se destaca no combate à Covid-19.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Neste evento que ocorreu nos dias 20, 21 e 22 de novembro de 2020, o Dr. Lucas Veloso de Souza, do segundo ano de especialização médica em radiologia e diagnóstico por imagem, apresentou um caso de hemibalismo-hemicoréia associada à hiperglicemia, que é uma síndrome caracterizada pela presença de alto sinal confinado ao núcleo estriado nas sequências ponderadas em T1 da ressonância magnética e distúrbios do movimento hipercinéticos contralaterais em pacientes diabéticos. A hiperglicemia não cetótica é uma causa incomum de coréia-balismo. Outra particularidade do caso foi o acometimento bilateral, apresentação ainda mais infrequente. O reconhecimento desta manifestação é importante porque é uma doença tratável e com um bom prognóstico. Os orientadores foram o Dr. Mauro Brandão, a Dra. Cecília Myake e o Dr. Lucas Giansante Abud.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Com a apresentação destes casos a Documenta e a Med - Medicina Diagnóstica mais uma vez foram muito bem representadas neste importante encontro que tem por objetivos a troca de conhecimento, a integração e o congraçamento de médicos radiologistas..
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/clube-manoel-de-abreu-de-ribeirao-preto.jpeg" length="95245" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 03 Dec 2020 19:13:54 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.medig.com.br/clube-manoel-de-abreu-de-ribeirao-preto-2020</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/clube-manoel-de-abreu-de-ribeirao-preto.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/clube-manoel-de-abreu-de-ribeirao-preto.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>[Caso Clínico] Novembro de 2020 - Abdome</title>
      <link>https://www.medig.com.br/caso-clinico-novembro-de-2020-abdome</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diverticulite Aguda Pefrurada
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;h3&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Introdução
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/h3&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A diverticulite colônica (diverticulites plurais) é uma complicação da diverticulose colônica e uma das apresentações da doença diverticular. Diferenciar um do outro é fundamental, uma vez que a diverticulose não complicada é principalmente assintomética e a diverticulite aguda é potencialmente fatal.﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Na imagem, a diverticulite não complicada é caracterizada por filamento de gordura focal adjacente a um divertículo do cólon, geralmente o sigmóide. Uma pequena quantidade de líquido extraluminal e lóculos de gás podem estar presentes.﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             A diverticulite aguda dos cólons (DAC) é a complicação mais comum da doença diverticular, sendo estimado que até 25% dos pacientes apresentarão quadro de abdome agudo inflamatório desta causa ao longo da vida, sendo os idosos o grupo de maior risco.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os exames de imagem têm papel crucial para o adequado manejo da DAC. Entre eles, a tomografia computadorizada (TC) é considerada o método de escolha pelos protocolos da Sociedade Americana de Coloproctologia, por permitir rápido diagnóstico, com acurácia superior a 90%.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;h3&gt;&#xD;
      
           Patol
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ogia
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/h3&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
           A
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            di
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           ver
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ticulose consiste em pseudodivertículos, causados por herniações da mucosa intestinal através de pontos de fragilidade da parede da borda mesentérica das alças de intestino delgado. O cólon sigmóide possui a maior pressão intraluminal e o calibre mais estreito, sendo, portanto, o local mais comum de formação de divertículos. A diverticulite é o resultado da obstrução do colo do divertículo, com subsequente inflamação, perfuração e infecção. As alterações iniciais do flegmão inflamatório local podem progredir posteriormente para a formação de abscesso e peritonite generalizada.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;h3&gt;&#xD;
      
           Ap
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            resentação Clínica
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/h3&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
           O
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            s sintomas de diverticulite colônica geralmente começam na fossa ilíaca esquerda com dor persistente e sensibilidade concomitante. A dor é acompanhada por febre, leucocitose e alteração da evacuação. Uma massa mal definida também pode ser palpável representando o flegmão inflamatório. A avaliação clínica isolada pode ser insuficiente no diagnóstico inicial de diverticulite e a evidência radiológica de inflamação é necessária para o diagnóstico definitivo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            À medida que a doença progride e se torna mais generalizada (estágio III e IV ), os sinais e sintomas também se tornam generalizados e indistinguíveis de outras causas de peritonite generalizada
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .﻿﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;h3&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Classificação de Hinchey de Diverticulite Aguda:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/h3&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Edward John Hinchey et al. propôs uma classificação para diverticulite aguda (em qualquer lugar ao longo do intestino, não apenas no cólon)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            estágio Ia: flegmão
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            estágio Ib: diverticulite com abscesso pericólico ou mesentérico
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            estágio II: diverticulite com abscesso pélvico isolado
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            estágio III: diverticulite com peritonite purulenta generalizada
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            estágio IV: diverticulite com peritonite fecal generalizada
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;h3&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Características Radiográficas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/h3&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Embora a TC seja a modalidade de escolha para o diagnóstico e estadiamento da diverticulite colônica com uma sensibilidade de 94% e especificidade de 99%, um estudo ultrassonográfico dedicado pode ser capaz de caracterizar com segurança essa condição
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;h3&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/h3&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;h3&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ultrassom
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/h3&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Divertículos são caracterizados como uma bolsa para fora do intestino brilhante (também referido como "orelhas" brilhantes do intestino) mostrando algum grau de sombra acústica devido à presença de gás ou fezes inspissadas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Gordura ecogênica e não compressível, sugerindo um processo inflamatório dos planos de gordura circundantes
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Parede intestinal espessada (&amp;gt; 4 mm)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Presença de coleções organizadas implica abscesso e, portanto, diverticulite complicada, o que requer avaliação tomográfica adicional.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;h3&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            CT
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/h3&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Encordoamento pericólico, muitas vezes desproporcionalmente proeminente em comparação com a quantidade de espessamento da parede intestinal
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Espessamento segmentar da parede intestinal
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Realce da parede do cólon
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Geralmente tem camadas internas e externas de alta atenuação, com uma camada média espessa de baixa atenuação
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Perfuração diverticular
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Extravasamento de gás e fluido para a pelve e cavidade peritoneal
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Formação de abscesso (visto em até 30% dos casos)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Pode conter fluido, gás ou ambos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Formação de fístula (geralmente uma complicação crônica)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Gás na bexiga
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Visualização direta de um trato fistuloso
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;h3&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tratamento e Prognóstico
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/h3&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O tratamento depende de uma série de fatores, especialmente comorbidades do paciente e estágio da doença.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Para doença localizada ( estágio I e II ), o manejo conservador com antibióticos IV e reidratação geralmente é suficiente. Se o primeiro ataque de diverticulite for tratado com sucesso sem cirurgia, a maioria dos pacientes não apresenta episódios adicionais (66-75%). Mas alguns têm vários ataques repetidos e precisam de cirurgia.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Se o abscesso for grande, a drenagem percutânea sob TC ou US pode ser benéfica (bem-sucedida em 70-90% dos casos).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;h3&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Complicações
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/h3&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Formação de abscesso
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Formação de fístula:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Bexiga: fístula colovesical ( Mais comum, manifesta-se com espessamento vesical adjacente a um espessamento de alça colônica e ar no interior da bexiga)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
           ﻿
          &#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            trVagina: fístula colovaginal
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Intestinal: fístula coloenteric ou fístula colocolic
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Pele: fístula colocutânea
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Obstruções do intestino delgado por aderências ou edema da parede do intestino
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Perfuração resultando em pneumoperitônio, peritonite e sepse
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Pileflebite, também conhecida como tromboflebite séptica ascendente.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;h3&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Diagnóstico Diferencial
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/h3&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Carcinoma colorretal
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Mudança menos inflamatória
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Segmento geralmente mais curto
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Apendicite aguda (para casos de diverticulite à direita)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Pacientes mais jovens
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Apendagite epiplóica
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Colite isquêmica
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Colite pseudomembranosa
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Espessamento da parede intestinal mais pronunciado do que a quantidade de encordoamento
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Doença inflamatória intestinal
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Espessamento da parede intestinal mais pronunciado do que a quantidade de encordoamento
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Abscesso tubo-ovariano
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;h3&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Referências
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/h3&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            https://www.scielo.br/pdf/rb/v50n2/pt_0100-3984-rb-50-02
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/distúrbios-gastrointestinais/doenca-diverticular/diverticulite-colonica
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            https://brad.org.br/pt/Cases/CaseDetails/78
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           ﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;h3&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Autores
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/h3&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dra. Camila S. de Oliveira e Dr. Rafael Gouvêa Gomes de Oliveira
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .﻿﻿﻿﻿﻿﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           ﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           ﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           ﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
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      <pubDate>Mon, 30 Nov 2020 11:15:59 GMT</pubDate>
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    <item>
      <title>[Caso Clínico] Outubro de 2020 - Coluna</title>
      <link>https://www.medig.com.br/caso-clinico-outubro-de-2020-coluna</link>
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      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Coluna: Sacroileíte
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Introdução
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Sacroileíte é uma inflamação de uma ou ambas as articulações sacroilíacas (SI), sendo uma causa comum de dor lombar ou nádegas, eventualmente irradiando para os membros inferiores. Ela pode corresponder a uma ampla gama de processos de doenças. Na maioria das vezes o diagnóstico clínico da sacroileíte é difícil, dependendo substancialmente da confirmação dos achados radiológicos, em que a radiografia convencional e, principalmente, a tomografia computadorizada (TC) e a ressonância magnética (RM) assumem papel primordial.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Patologias causadoras
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Acometimento normalmente bilateral e simétrico:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Doença de Crohn;
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Colite ulcerativa;
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Espondilite anquilosante;
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Artrite reumatoide;
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Doença de Whipple;
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Retículo-histiocitose
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Acometimento normalmente bilateral e assimétrico:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Gota;
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Artrite psoriática;
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Artrite reativa (Síndrome de Reiter);
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Osteoartrite;
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Policondrite recidivante;
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Doença de Behçet.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Acometimento normalmente unilateral:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Doença de Behçe
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      
           Processo destrutivo neoplásico;
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      
           Infeccioso (artrite séptica piogênica, tuberculose sacrilíaca, brucelose);
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      
           Paraplegia;
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      
           Síndrome de SAPHO.
          &#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diagnósticos Diferenciais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            CHiperparatireoidismo;
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Osteíte condensante.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Classificação radiográfica (critérios de Nova Iorque):
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Grau 0: normal;
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Grau 1: borramento das margens (alterações suspeitas);
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Grau 2: esclerose mínima com alguma erosão;
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Grau 3: esclerose definitiva em ambos os lados da articulação ou erosões graves com alargamento do espaço articular com ou sem anquilose;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Grau 4: anquilose completa.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Características Radiográficas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora a TC seja a modalidade de escolha para o diagnóstico e estadiamento da diverticulite colônica com uma sensibilidade de 94% e especificidade de 99%, um estudo ultrassonográfico dedicado pode ser capaz de caracterizar com segurança essa condição
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tomografia Computadorizada
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os exames de tomografia computadorizada oferecem maior sensibilidade, precisão e informações detalhadas que a radiografia simples. No entanto, devido a maior exposição à radiação, não é aconselhável usar a TC para fins de diagnóstico e acompanhamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ressonância Magnética
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora não seja usada rotineiramente para avaliar as articulações sacrilíacas, a ressonância magnética é capaz de identificar alterações inflamatórias iniciais das articulações quando outras imagens são negativas e exclui outras causas diferenciais.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Classificação ASAS (Avaliação da Sociedade de Espondiloartrite) se divide em duas categorias:
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           1- Sinais da ressonância magnética obrigatórios:
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           • Edema de medula óssea em uma sequencia ponderada de T2 ou aumento de contraste da medula óssea em uma sequencia ponderada de T1. O edema de medula óssea deve estar presente em duas imagens consecutivas ou apresentar múltiplas lesões em apenas uma imagem;
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           • A inflamação deve estar claramente presente e localizada em uma área anatômica típica (osso subcondral);
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           • A imagem ser altamente sugestiva de espondiloartropatia.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           2- Sinais da ressonância magnética não obrigatórios:
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           • A presença única de outras lesões inflamatórias, como sinovite, entesite ou capsulite sem edema de medula óssea concomitante, não é suficiente para definição de sacroileíte ativa;
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           • Na ausência de sinais de edema da medula óssea, a presença de lesões estruturais, como metaplasia gordurosa, esclerose ou anquilose, podem ser consideradas lesões crônicas, porem não sacroileíte ativa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tratamento e Prognóstico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tratamento dependeria da causa da doença, enquanto a fisioterapia pode ser útil para fortalecer o músculo pélvico e aumentar a mobilização da articulação sacrilíaca. Uso de AINES nos paciente sintomáticos. A fusão cirúrgica é considerada o último recurso quando outro tratamento conservador é ineficaz.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sacroileíte sépticas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A artrite séptica é uma artropatia destrutiva causada por uma infecção intra-articular que geralmente está relacionada a sintomas graves, como dor e diminuição da amplitude de movimento. Essa condição requer tratamento imediato com o objetivo de evitar danos permanentes à articulação, que podem resultar em deformidade crônica ou artrite mecânica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apresentação Clínica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O diagnóstico de sepse articular costuma ser considerado direto. Os pacientes geralmente apresentam dores nas articulações, febre e líquido sinovial purulento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Patologia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os fatores de risco para artrite séptica incluem bacteremia, idade avançada, estado imunocomprometido, artrite reumatóide, injeções intra-articulares e próteses articulares.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Na ausência de trauma ou instrumentação recente da articulação, a artrite séptica geralmente é secundária à disseminação hematogênica. S. aureus é o agente mais comumente isolado.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Imagens Radiológicas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           • Radiografia
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Podem ser normais no estágio inicialda doença; passando por derame articular, podendo haver osteoporose justarticular devido devido a hiperemia, estreitamento do espaço articular devido a destruição da cartilagem na fase aguda, destruição do osso subcondral em ambos os lados de uma articulação, se não for tratada esclerose justarticular reativa e em casos graves a anquilose se desenvolverá.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           • Tomografia Computadorizada
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           As caracteristicas são semelhantes às encontradas nas radiografias, sendo um nivel de fluido de gordura pode ser um sinal, na ausência de trauma.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           • Ressonância Magnética
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Sensivel e mais especifico para dano cartilaginoso inicial
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           T1: baixo sinal em dentro do osso subcodral;
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           T2: edema perissinovial;
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           C+ (Gd): realce sinovial..
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diagnóstico Diferencial
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Carcinoma colorretal
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Mudança menos inflamatória
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Segmento geralmente mais curto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Apendicite aguda (para casos de diverticulite à direita)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Pacientes mais jovens
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Apendagite epiplóica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Colite isquêmica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Colite pseudomembranosa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Espessamento da parede intestinal mais pronunciado do que a quantidade de encordoamento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Doença inflamatória intestinal
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Espessamento da parede intestinal mais pronunciado do que a quantidade de encordoamento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Abscesso tubo-ovariano
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tratamento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os princípios de tratamento consistem basicamente na drenagem e uso de antibióticos. Se o paciente estiver hemodinamicamente estável o ideal e colher uma amostra do fluido articular acometido, permitindo o tratamento direcionado da infecção. Se não for reconhecida e não for tratada, a artrite séptica pode resultar em dano articular irreversível em 48 horas após o inicio da infecção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Referências
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://radiopaedia.org/articles/septic-arthritis?lang=us
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           https://radiopaedia.org/articles/sacroiliitis-differential?lang=us
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           https://radiopaedia.org/articles/sacroiliitis?lang=us
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           https://radiopaedia.org/articles/asas-sacroiliitis-classification-system?lang=us
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           https://radiopaedia.org/articles/sacroiliitis-grading-new-york-criteria?lang=us
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           https://www.rb.org.br/detalhe_artigo.asp?id=2884
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Autores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dr. Felipe Amsterdam Maia de Sandres, Dr. Rafael Gouvea Gomes de Oliveira, Dr. Társio Amaral Oliveira
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/caso-clinico-medig-2020-10_01.jpg" length="52199" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sat, 31 Oct 2020 11:37:39 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.medig.com.br/caso-clinico-outubro-de-2020-coluna</guid>
      <g-custom:tags type="string">caso clinico</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/caso-clinico-medig-2020-10_01.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>6º Encontro de Residentes SPR</title>
      <link>https://www.medig.com.br/6-encontro-de-residentes-spr</link>
      <description>Dr. Marcelo Henrique Viana Maia, com orientação do Dr. Mauro Brandão, foi premiado com o quinto lugar. Com isso o aluno de especialização nível 4 (fellowship) da Documenta terá isenção na anuidade SPR 2021.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tradicional Encontro de Residentes e Aperfeiçoandos da SPR teve uma dinâmica exclusivamente online em 2020. O evento foi sucesso de público e se configurou como uma experiência enriquecedora e inovadora. Estiveram presentes residentes de serviços de diversas partes do Brasil e também de países da América Latina, como Argentina, Colômbia e Uruguai.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Nesse ano, o caso apresentado pelo Dr. Marcelo Henrique Viana Maia, com orientação do Dr. Mauro Brandão, foi premiado com o quinto lugar. Com isso o aluno de especialização nível 4 (fellowship) terá isenção na anuidade SPR 2021. O caso clínico é de uma doença rara de Paraosteoartropatia Neurogênica. Trata-se de uma complicação no sistema muscular, com formação de tecido ósseo em partes moles, mais frequentemente em grandes articulações (regiões trocantéricas, joelhos, ombros e cotovelos) de segmentos paralisados.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A cada ano que passa a Medig - Ensino, que além das tradicionais instituições parceiras, vem contando mais atualmente com todo o apoio metodológico e de infraestrutura da IIESAU - Instituto Internacional de Estudos em Saúde, vem se destacando na área de educação.
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Autor: Dr. Marcelo Henrique Viana Maia
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Orientador: Dr. Mauro José Brandão da Costa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/6-encontro-de-residentes-spr.jpg" length="89658" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 20 Oct 2020 19:13:54 GMT</pubDate>
      <author>falecom@edsonogata.com.br (Edson Ogata)</author>
      <guid>https://www.medig.com.br/6-encontro-de-residentes-spr</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/6-encontro-de-residentes-spr.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/6-encontro-de-residentes-spr.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>[Caso Clínico] Setembro de 2020 - Neuro</title>
      <link>https://www.medig.com.br/caso-clinico-setembro-de-2020-neuro</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Meduloblastoma
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Introdução
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O meduloblastoma é um tumor neuroectodérmico primitivo que ocorre na fossa posterior em crianças. É responsável por 30% a 40% dos tumores da fossa posterior na infância, sendo o mais comum, e por 15% a 25% de todos os tumores cerebrais pediátricos. Nos adultos, respondem por 1% dos tumores cerebrais. Trata-se de uma neoplasia altamente maligna e de crescimento rápido o qual pode disseminar-se através do líquido cefalorraquidiano (LCR) (Yachnis, 1997; Da Fonte et al., 2008). É responsável por quase 10% das mortes por câncer em crianças menores de 15 anos de idade. Além disso, é duas vezes mais comum no sexo masculino em relação ao sexo feminino. Foi descrito pela primeira vez em 1925 por Cushing, como um tumor altamente agressivo, localizado na linha média na fossa posterior. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Apresentação clínica:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em função de sua localização na fossa posterior, o MB comporta-se como uma lesão expansiva, que causa compressão do quarto ventrículo, gerando sintomas como hidrocefalia obstrutiva e, consequentemente, típicas manifestações de hipertensão intracraniana, cefaleia, náuseas, vômitos e alterações variáveis do nível de consciência. O comprometimento cerebelar pode levar a problemas de equilíbrio e distúrbios graves na coordenação dos movimentos, com importante comprometimento da marcha, da estabilidade postural e dos atos motores complexos. Pode ocorrer paresia de nervos cranianos, gerando diplopia e estrabismo. Papiledema pode ser evidenciado como reflexo do quadro de hipertensão intracraniana (Raffel, 2004; Crawford et al., 2007; Albright et al., 2008; Santa Anna et al., 2009). 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os meduloblastomas estão associados a uma série de síndromes, incluindo:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            - Síndrome de Coffin-Siris
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            - Síndrome de Cowden
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            - Síndrome de Gardner
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            - Síndrome de Gorlin
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            - Síndrome de Li-Fraumeni
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            - Síndrome de Rubinstein-Taybi
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            - Síndrome de Turcot
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            - Acidúria L-2-hidroxiglutárica
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿Estadiamento:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O estadiamento permitiu que o MB fosse dividido em dois grupos de risco: alto e baixo risco. Os tumores considerados de alto risco são aqueles que acometem crianças menores de 3 anos, ou com ressecção incompleta, ou que apresentarem os critérios T3b, T4, M1 a M4 do estadiamento. A classificação em alto e baixo risco teve importância significativa na determinação da terapêutica para esses pacientes. Os tumores de alto risco passam a receber tratamento quimioterápico em adição à cirurgia e radioterapia, enquanto que os de baixo risco são submetidos apenas aos tratamentos cirúrgico e radioterápico (Heidman et al., 1997). 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
           ﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Variantes histológicas:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿Atualmente, a classificacao histológica dos meduloblastomas divide-se em 4 subtipos: o clássico, o desmoplásico, o meduloblastoma com extensa nodularidade (MBEN) e a variante anaplásica/grandes células, as duas últimas acrescentadas a partir da classificacao de 2007 e assim agrupada uma vez que evidenciou-se diferença na distribuição etária e no comportamento biológico dos tumores 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
           ﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A frequencia do tumores com anaplasia varia de 10 a 22% entre os meduloblastomas, enquanto os tumores com desmoplasia e extensa nodularidade tem frequencia aproximada de 7% e 3% respectivamente. O restante dos meduloblastomas é composto pela variante clássica 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Variantes moleculares:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿﻿4 subgrupos moleculares foram definidos: WNT, SHH, grupo 3 e grupo 4. Os dois primeiros nomeados de acordo com a via de sinalização intracelular que tem papel em sua patogênese, e mecanismo , e os dois últimos ainda com nomeclatura genérica uma vez que a biologia molecular subjacente ainda não foi elucidada . 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O WNT é o grupo mais elucidado até o momento, tem o padrão de alterações genéticas mais uniforme e quase a totalidade dos tumores apresenta histologia clássica. Contabiliza apenas 10% dos meduloblastoma, no entanto, é o subgrupo com melhor prognóstico, com índices de 90% de sobrevida livre de doença em 5 anos . 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
           ﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O grupo 2 ou Sonic Hedgehog representa 30% de todos os meduloblastomas, tem um padrão bimodal de distribuição e os tumores com histologia desmoplásica quase que na totalidade pertencem a este grupo. Não são, no entanto, um marcador efetivo, pois 50% das lesões pertencentes ao subgrupo não tem essa característica .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
           ﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O grupo 3, por sua vez, assim denominado por falta de identificação de uma via de sinalização intracelular correlata, conta com 25% de todos os meduloblastomas. De todos os subgrupos, é o que apresenta pior prognóstico, com sobrevida em 5 anos de 50% apenas . Engloba a maioria dos meduloblastomas clássicos e a grande maioria dos tumores com anaplasia/grandes células na população lactente. Outra característica do grupo é a presença de metástases no momento do diagnóstico, ocorrendo em 45% dos casos. É mais frequente no sexo masculino, acomete principalmente lactentes e criancas, sendo quase inexistente na população adulta. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
           O mais
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            comum de todos os subgrupos é o 4, sendo responsável por 35% dos casos de meduloblastoma. Raro em lactentes, este subgrupo é o protótipo dos meduloblastomas: menino em idade escolar com histologia clássica. A alteração genética mais frequente é o isocromossomo 17q, ocorrendo em 66 a 80% dos casos . O prognóstico deste subgrupo é intermediário, e apesar de ser o mais comum, tem seus mecanismos de patogênese pouco elucidados. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
           ﻿﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Avaliação Radiológica:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           ﻿﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os exames de imagem possuem papel indispensável no diagnóstico e planejamento terapêutico dos tumores intracranianos. A ressonância magnética (RM), em particular, surgiu como a modalidade de imagem mais freqüentemente utilizada para a avaliação dos tumores intracranianos e continua a ter papel importante e crescente. Técnicas avançadas podem ser integradas às convencionais, melhorando sua acurácia, pois, mais do que informações anatômicas, fornecem dados fisiológicos e bioquímicos. Entre essas técnicas, podemos citar as seqüências de difusão e a espectroscopia de prótons. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           ﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           ﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Radiologicamente, os meduloblastomas podem apresentar ampla variedade de formas, assumindo características que podem ser encontradas em outros tumores, tendo como diagnósticos diferenciais os astrocitomas cerebelares, ependimomas ou, ainda, meningiomas. Dessa forma, devem ser considerados no diagnóstico diferencial de qualquer massa da fossa posterior em crianças ou em adultos jovens. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           ﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿Tomografia Computadorizada:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿Meduloblastomas costumam aparecer como uma massa surgindo do vermis, resultando no apagamento do quarto ventrículo / cisternas basais e hidrocefalia obstrutiva. Eles também podem ocorrer mais lateralmente no cerebelo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿Ressonância Magnética:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿- T1 hipointenso a massa cinzenta
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿- T1 C + (Gd) melhora geral de 90%, muitas vezes de forma heterogênea
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿- T2 / FLAIR em geral são iso a hiperintensos a matéria cinzenta heterogêneo devido à calcificação, necrose e formação de cisto edema circundante é comum 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿- DWI / ADC sinal DWI alto ("difusão restrita") valores de ADC baixos (cerebelo mais baixo do que o normal, por exemplo, ~ 550 x 10-6 mm2 / s) 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿﻿A ressonância magnética é capaz de delinear o quarto ventrículo e o espaço subaracnóideo em um grau muito maior do que a TC. Embora os meduloblastomas se projetem para o quarto ventrículo, ao contrário dos ependimomas, eles geralmente não se estendem para as cisternas basais 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Espectroscopia MR
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             - colina elevada e NAA diminuído
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿Como a disseminação do LCR é comum na apresentação, a imagem com contraste de todo o neuroeixo é recomendada para identificar as metástases em gotas e a disseminação leptomeníngea. Embora rara, há relatos de disseminação extraneural.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿Predição de subgrupo molecular por imagem:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿A localização é a chave para esta abordagem, sendo assim:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿Pedúnculo cerebelar :muito provável subgrupo WNT e, portanto, melhor prognóstico
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿Hemisfério cerebelar - muito provável subgrupo SHH e, portanto, prognóstico intermediário, provável desmoplásico / nodular / meduloblastoma com extensa nodularidade (MBEN)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Linha média: pode ser grupo 3, grupo 4 ou SHH.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Bebês com um tumor com margens mal definidas, mas realce proeminente: provável grupo 3 (ou SHH) e, portanto, pior prognóstico
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Crianças com um tumor com margens bem definidas, mas leve ou sem realce: provável grupo 4 e, portanto, prognóstico ligeiramente melhor
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Adultos com tumores de definição variável e aumento variável: provavelmente SHH; hemorragia aumenta a probabilidade do grupo 4 .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em relação a espectroscopia de RM
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            :
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Grupo 3 ou 4: pico taurino e alta creatina
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            SHH: pouca ou nenhuma taurina e baixo teor de creatina
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tratamento e prognóstico:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O tratamento geralmente consiste em ressecção cirúrgica, radioterapia e quimioterapia. Em geral, os tumores são bastante radiossensíveis.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O prognóstico é mais fortemente influenciado pelo subtipo molecular:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            - WNT: muito bom
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            - SHH: bebês bons, outros intermediários
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            - Grupo 3: pobre
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            - Grupo 4: intermediário
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tradicionalmente, e ainda relevante além das características moleculares, o prognóstico é considerado ruim se for jovem ao diagnóstico (&amp;lt;3 anos), ressecção cirúrgica incompleta (&amp;gt; 1,5 cm3 residual) e presença de metástases no LCR no momento do diagnóstico; comum em bebês e crianças (~ 25%) e incomum em adultos (~ 2%) .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             ﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           ﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As características histológicas também têm um efeito no prognóstico com histologia desmoplásica e nodular tendo uma perspectiva melhor do que células grandes ou características histológicas anaplásicas .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             ﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           ﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A expressão do oncogene c-erbB-2 (HER2 / neu) é útil no estadiamento de meduloblastomas. O aumento da expressão de c-erbB-2 reflete um aumento na atividade proliferativa de um tumor.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             ﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           ﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sem metástases no LCR, ressecção cirúrgica completa e expressão negativa de c-erbB-2: sobrevida em 5 anos de 100%
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sem metástases no LCR, ressecção cirúrgica completa e expressão de c-erbB-2 positiva: sobrevida em 5 anos de 54%
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Metástases no LCR e / ou ressecção cirúrgica incompleta: sobrevida de 5 anos 20%
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             ﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           ﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Diagnóstico diferencial:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Na população pediátrica, considerar:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            - Ependimoma: geralmente surge do assoalho do 4º ventrículo, comprime o forame de Luschka e não causa tanta restrição de difusão. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            - Tumor teratóide / rabdóide atípico: crianças muito pequenas, considerado agressivo
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            - Astrocitoma pilocítico: geralmente cístico
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            - Glioma de tronco cerebral (exofítico)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            - Papiloma do plexo coróide (PPC): mais comum nos ventrículos laterais em crianças
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Na população adulta, considerar:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            - Metástase cerebelar
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            - Hemangioblastoma
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            - Papiloma do plexo coróide
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            - Ependimoma
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             ﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           ﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Referências Bibliográficas:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             ﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           ﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            1-http://www.rb.org.br/detalhe_artigo.asp?id=1097&amp;amp;idioma=Portugues
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             ﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           ﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            2-https://radiopaedia.org/articles/medulloblastoma
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             ﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           ﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            3-https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0004-282X2000000100012&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             ﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           ﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            4-http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/seminabio/article/viewFile/18615/17303
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             ﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           ﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            5-https://go.gale.com/ps/anonymous?id=GALE%7CA536244001&amp;amp;sid=googleScholar&amp;amp;v=2.1&amp;amp;it=r&amp;amp;linkaccess=abs&amp;amp;issn=01204874&amp;amp;p=IFME&amp;amp;sw=w
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             ﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           ﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Autores: 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dra. Camila S. de Oliveira, Dr. Rafael Gouvêa Gomes de Oliveira
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             ﻿﻿﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           ﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           ﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/caso-clinico-medig-2020-09_01.jpg" length="38254" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 30 Sep 2020 18:37:10 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.medig.com.br/caso-clinico-setembro-de-2020-neuro</guid>
      <g-custom:tags type="string">caso clinico</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/caso-clinico-medig-2020-09_01.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/caso-clinico-medig-2020-09_01.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Clube Manoel de Abreu de Ribeirão Preto 2019</title>
      <link>https://www.medig.com.br/clube-manoel-de-abreu-de-ribeirao-preto-2019</link>
      <description>Os alunos e residentes da Documenta e Med - Medicina Diagnóstica, parceiras do Centro RDI de Ensino /  MEDIG - Soluções e Ensino em Diagnóstico por Imagem, marcaram presença no renomado Clube Manoel de Abreu de Ribeirão Preto – SP, o último de 2019.</description>
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/clube-manoel-de-abreu-de-ribeirao-preto-2019-eb5d2813.jpeg" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cidade é conhecida como a Califórnia brasileira por ser o município principal de uma das regiões mais prósperas do Estado de São Paulo. Além disso, está próxima a importantes centros consumidores, possui infraestrutura de transportes e comunicação privilegiada.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Neste evento que ocorreu 25 a 27 de outubro, o Dr. Eric Delgado Serra, do segundo ano de especialização médica, se destacou por apresentar um caso de Pneumotórax e pneumoperitônio: o sinal da dupla camada gasosa. O sinal da dupla câmara gasosa consiste na presença de gás (usualmente ar) no interior de duas cavidades vizinhas e oriundas do mesmo celoma. Pode ser visualizado em exames do tórax e/ou abdome e encontrado em três combinaçöes distintas: a) pneumotórax e pneumoperitônio; b) pneumotórax e pneumopericárdio; c) pneumoperitônio e pneumopericárdio. Constitui uma rara manifestaçäo radiológica de hérnia de Bochdalek, deficiência congênita do pericárdio e hérnia diafragmática peritônio-pericárdia. O orientador foi o Dr. Mauro Brandão. Com a apresentação deste caso o Dr. Eric ainda foi premiado pela Sociedade Paulista de Radiologia com o primeiro lugar e recebeu um Kindle oferecido pela Konimagem.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Agora é aguardar pelos eventos de 2020, os quais com certeza contarão com a participação dos professores, preceptores, alunos e residentes da Documenta e Med - Medicina Diagnóstica, parceiras do Centro RDI de Ensino / MEDIG - Soluções e Ensino em Diagnóstico por Imagem.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/clube-manoel-de-abreu-de-ribeirao-preto-2019.jpeg" length="198814" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 31 Oct 2019 19:13:54 GMT</pubDate>
      <author>falecom@edsonogata.com.br (Edson Ogata)</author>
      <guid>https://www.medig.com.br/clube-manoel-de-abreu-de-ribeirao-preto-2019</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/clube-manoel-de-abreu-de-ribeirao-preto-2019.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/clube-manoel-de-abreu-de-ribeirao-preto-2019.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Clube Manoel de Abreu de Araçatuba</title>
      <link>https://www.medig.com.br/clube-manoel-de-abreu-de-aracatuba</link>
      <description>Os alunos e residentes da Documenta e Med - Medicina Diagnóstica, parceiras do Centro RDI de Ensino / MEDIG - Soluções e Ensino em Diagnóstico por Imagem, também marcaram presença no renomado Clube Manoel de Abreu de Araçatuba - 2019.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cidade é conhecida como “Cidade do Boi Gordo”, apelido que conquistou nos anos 60 por ser naquela época o maior centro produtivo de gado de corte do estado de São Paulo. O anfitrião da cidade, Dr, Luiz Riani, sempre prepara um encontro especial para o Clube Manoel de Abreu, que tem por objetivo promover a integração e o congraçamento de médicos radiologistas, notadamente de residentes e aperfeiçoandos em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, com discussão de casos clínicos e aulas didáticas.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Neste evento que ocorreu 28 a 30 de junho, a Dra Denise Fabri Engracia Mello, do terceiro ano de especialização médica, se destacou por apresentar um caso de Pneumonia Intersticial Usual (PIU) associada a Adenocarcinoma de Pulmão. Este distúrbio neoproliferativo do pulmão pode estar associado com adenocarcinoma de pulmão em até 15 % dos casos. Assim, é importante lembrar sempre que atrás de uma PIU pode estar um adenocarcinoma, e deve-se alertar o clínico quando a evolução não é favorável. O orientador foi o Dr. Marcus Vinicius Valentim. Com a apresentação deste caso a Dra Denise ainda foi premiada pela Sociedade Paulista de Radiologia com o primeiro lugar.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Um outro caso ainda foi apresentado pela Dra Larissa Grazielle Souza Ribeiro, do segundo ano de especialização médica, mais uma vez mostrando que a área de educação é de grande interesse para as instituições, Documenta e Med - Medicina Diagnóstica. Ela levou para apresentação um caso de Tumor Teratoide / Rabdoide Atípico (ATRT). Trata-se de um tumor embrionário altamente agressivo do sistema nervoso central, classificado como tumor grau IV pela Organização Mundial da Saúde - OMS, visto principalmente em crianças menores de três anos. O orientador foi o Dr Rafael Gouve G. de Oliveira.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Por fim, agradecemos em especial aos professores, alunos, organizadores e participantes, que há décadas fazem parte da história do Clube Manoel de Abreu e de seus encontros.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/clube-manoel-de-abreu-de-aracatuba.jpg" length="32106" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 27 Sep 2019 22:12:10 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.medig.com.br/clube-manoel-de-abreu-de-aracatuba</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/clube-manoel-de-abreu-de-aracatuba.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/clube-manoel-de-abreu-de-aracatuba.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Clube Manoel de Abreu de Campinas</title>
      <link>https://www.medig.com.br/clube-manoel-de-abreu-de-campinas</link>
      <description>Agora foi a vez de Campinas receber o Clube Manoel de Abreu da Sociedade Paulista de Radiologia.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cidade já foi conhecida como "Campinas do Mato Grosso", nome dado porque a cidade era lugar de descanso para os viajantes e boiadeiros que transitavam pela região. Nos dias de hoje, é uma das maiores cidades do Estado de São Paulo e é considerada uma cidade universitária e industrial.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os professores, preceptores, alunos e residentes da Documenta e Med - Medicina Diagnóstica, parceiras do Centro RDI de Ensino / MEDIG - Soluções e Ensino em Diagnóstico por Imagem, também marcaram presença nesse renomado encontro ocorrido de 20 a 22 de setembro de 2019 no hotel The Royal Palm Plaza.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Por fim, fica o nosso agradecimento especial aos anfitriões do evento, os Drs Nelson Caserta e Gustavo Skaf Kalaf.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/clube-manoel-de-abreu-de-campinas.jpg" length="122756" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 27 Sep 2019 22:08:45 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.medig.com.br/clube-manoel-de-abreu-de-campinas</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/clube-manoel-de-abreu-de-campinas.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/clube-manoel-de-abreu-de-campinas.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Congresso Argentino de Diagnóstico por Imagem de 2019</title>
      <link>https://www.medig.com.br/congresso-argentino-de-diagnostico-por-imagem-de-2019</link>
      <description>Congresso Argentino de Diagnóstico por Imagem de 2019, que ocorreu de 22 a 24 de agosto em Buenos Aires</description>
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/congresso-argentino-de-diagnostico-por-imagem-de-2019-7648637f.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Medig - Ensino, Documenta e Med - Medicina Diagnóstica, foram muito bem representadas no Congresso Argentino de Diagnóstico por Imagem de 2019, que ocorreu de 22 a 24 de agosto em Buenos Aires. Buenos Aires é um dos mais importantes destinos turísticos do mundo, é conhecida por sua arquitetura de estilo europeu e por sua rica vida cultural. Buenos Aires é o berço do Tango e os seus shows são uma das maiores atração por lá.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A Dra. Denise Fabri Engracia Mello, do terceiro ano de especialização, levou um caso que já havia sido apresentado em março de 2019 no Clube Manoel de Abreu, que ocorreu na cidade de São José do Rio Preto e onde ela foi premiada com passagem e hospedagem para participar do Congresso Argentino de Radiologia: Aneurisma de Rasmussen.
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Trata-se de um pseudoaneurisma da artéria pulmonar secundário a tuberculose pulmonar, sendo um fenômeno raro, com incidência maior em adultos jovens e homens. A particularidade do caso é que os exames de imagem mostraram o aspecto típico da doença: o sinal do crescente aéreo, que é uma coleção de ar em forma de crescente que separa a parede da cavidade de uma massa interna, além de ser um nódulo com realce intenso após a administração de contraste. Portanto destacamos a importância do reconhecimento imediato do aneurisma de Rasmussen, já que em 85% dos casos descritos na literatura, o diagnóstico é feito tardiamente, com o paciente em instabilidade hemodinâmica, impedindo a escolha de modalidades investigativas e abordagens terapêuticas comuns, como a embolização urgente da artéria pulmonar, ocasionado em mau prognóstico.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Com a apresentação deste caso a Documenta e a Med - Medicina Diagnóstica foram muito bem representadas, mais uma vez em um importante congresso internacional da área de diagnóstico por imagem.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/congresso-argentino-de-diagnostico-por-imagem-de-2019.jpg" length="39588" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 30 Aug 2019 22:20:55 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.medig.com.br/congresso-argentino-de-diagnostico-por-imagem-de-2019</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/congresso-argentino-de-diagnostico-por-imagem-de-2019.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/congresso-argentino-de-diagnostico-por-imagem-de-2019.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Premiada pela terceira vez em evento do Curso de Atualização Dr. Feres Secaf</title>
      <link>https://www.medig.com.br/premiada-pela-terceira-vez-em-evento-do-curso-de-atualizacao-dr-feres-secaf</link>
      <description>A Documenta, parceira na Medig - Ensino junto com a MED Medicina Diagnóstica, foi premiada nas três últimas edições do Encontro de Residentes e Aperfeiçoandos em Radiologia e Diagnóstico por Imagem que ocorre durante o Curso de Atualização em Imagem Prof. Dr. Feres Secaf, promovido pela Sociedade Paulista de Radiologia (SPR). O evento tem por objetivo promover a educação e o congraçamento de residentes e aperfeiçoandos em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, com discussão de casos clínicos.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Documenta, parceira na Medig - Ensino junto com a MED Medicina Diagnóstica, foi premiada nas três últimas edições do Encontro de Residentes e Aperfeiçoandos em Radiologia e Diagnóstico por Imagem que ocorre durante o Curso de Atualização em Imagem Prof. Dr. Feres Secaf, promovido pela Sociedade Paulista de Radiologia (SPR). O evento tem por objetivo promover a educação e o congraçamento de residentes e aperfeiçoandos em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, com discussão de casos clínicos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           No Encontro de 2018, o caso apresentado pela Dra. Denise Fabri Engracia Mello ficou em quarto lugar. O caso clínico é de uma doença rara de osteossarcoma parosteal de baixo grau. Trata-se de um tumor proveniente da matriz osteogênica, sendo o tumor ósseo maligno mais comum em pessoas jovens. A particularidade do caso é que a evolução aconteceu de forma arrastada, pois o paciente acompanhou durante sete (7) anos com radiografias de rotina demonstrando estabilidade da lesão até sua ressecção devido ao quadro doloroso. Portanto, o sarcoma parosteal deverá ser lembrado nas lesões ossificadas pedunculadas ao osso, mesmo com um crescimento indolente, porque ele é menos agressivo que o osteossarcoma clássico. Como prêmio o médico recebeu passagem e hospedagem para expor seu trabalho no Congresso Chileno de Radiologia, em Santiago, Chile, evento promovido pela Sociedade Chilena de Radiologia (SOCHRADI). O encontro de 2018 ocorreu com moderação do Dr. Nelson Caserta.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A cada ano que passa Medig - Ensino, que conta com a sinergia principalmente da Documenta e MED Medicina Diagnóstica, vem se destacando na área de educação.
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Caso clínico Documenta premiado em quarto lugar em 2018
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Autora:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dra. Denise Fabri Engracia Mello
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Orientador:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dr. Mauro José Brandão da Costa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/premiada-pela-terceira-vez-em-evento-do-curso-de-atualizacao-dr-feres-secaf.jpg" length="73608" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 23 May 2019 12:59:09 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Premiada pela segunda vez em evento do Curso de Atualização Dr. Feres Secaf</title>
      <link>https://www.medig.com.br/premiada-pela-segunda-vez-em-evento-do-curso-de-atualizacao-dr-feres-secaf</link>
      <description>A Documenta, parceira na Medig - Ensino, foi premiada nas duas últimas edições do Curso de Atualização em Imagem da SPR (Prof. Dr. Feres Secaf) , promovido pela Sociedade Paulista de Radiologia. O evento tem por objetivo promover a educação e o congraçamento de residentes e aperfeiçoandos em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, com discussão de casos clínicos.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Documenta, parceira na Medig - Ensino, foi premiada nas duas últimas edições do Curso de Atualização em Imagem da SPR (Prof. Dr. Feres Secaf) , promovido pela Sociedade Paulista de Radiologia. O evento tem por objetivo promover a educação e o congraçamento de residentes e aperfeiçoandos em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, com discussão de casos clínicos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           No Encontro de 2016, o caso apresentado pelo, então, aperfeiçoando da Documenta Dr. Rodolfo Mendes Queiroz ficou em terceiro lugar. O caso clínico é de uma doença rara, com poucas citações bibliográficas, que acomete crianças: a Osteomielite crônica multifocal. Como prêmio o médico recebeu passagem e hospedagem para expor seu trabalho no Congresso Chileno de Radiologia 2016, em Santiago, Chile, evento promovido pela Sociedad Chilena de Radiologia (SOCHRADI). O médico lembra, "A área de pesquisa é, para mim, a de maior interesse, por isso faço questão de frisar a importância dos meus orientadores e do conteúdo fornecido pela Documenta para o avanço e a conclusão dos meus trabalhos". O encontro de 2016 ocorreu com moderação dos Drs. Hugo Guerra, convidado especial da Argentina e Dr. Nelson Caserta.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           No Encontro mais recente, aconteceu no dia 31 de julho 2017, no Teatro do Maksoud Plaza Hotel, com moderação dos Drs. Hugo Guerra, convidado especial da Argentina e Nelson Caserta, a, então aperfeiçoanda da Documenta, Dra. Marcela Andreetta Hypólitho ficou em primeiro lugar, - recebendo como prêmio uma passagem e hospedagem para apresentar seu caso clínico no evento CADI, em Buenos Aires, Argentina. A médica fala sobre o caso. "Trata-se de um caso raro linfoma folicular com acometimento primário da mama com disseminação para pulmão e subcutâneo. A paciente admitida em nosso serviço no ano de 2009 para fazer seus exames de rotina anuais (mamografia) com alterações descritas anualmente. Em 2015 apresenta "falta de ar" ao caminhar pequenas distâncias. Foram realizados outros exames para diagnóstico definitivo e conduta. A paciente ainda permanece acompanhando suas alterações em nosso serviço".
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A cada ano que passa a Documenta, parceira na Medig - Ensino, vem se destacando na área de educação.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Caso clínico Documenta premiado em terceiro lugar em 2016
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Autor:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Rodolfo Mendes Queiroz
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Orientadores:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mauro José Brandão da Costa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Claudio Benedini Laguna
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Rafael Gouvêa Gomes de Oliveira
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Conheça o caso premiado: clique
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0104-42302017000400303&amp;amp;lng=en&amp;amp;tlng=en" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           aqui
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Serviços convidados para o do Encontro de Residentes e Aperfeiçoandos em Radiologia e Diagnóstico por Imagem de 2016:
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           HC-FMUSP (Dr. Reginaldo Marques Filho), Santa Casa de São Paulo (Dr. Augusto Lio da Mota Gonçalves Filho), FCM - Unicamp (Dra. Ana Paula de Lima), UNESP - Botucatu (Dra. Isabel Curcio Felix Louza), Documenta - Ribeirão Preto (Dr. Rodolfo Mendes Queiroz), Medimagem (Dr. Fernando Reis Martins), FAMERP – São José do Rio Preto (Dra. Paula Nardocci), EPM - Unifesp (Dr. Fernando Mansano Rodrigues), Hospital Sírio-Libanês (Dra. Tassia Soraya Araújo Paixão), Hospital Heliópolis (Dr. Felipe Camargo de Carvalho), Hospital Israelita Albert Einstein (Dr. Daniel Calich Luz), Hospital do Servidor Público Estadual (Dr. Rodrigo Valadão Negri), Hospital A. C. Camargo (Dra. Rayssa Araruna Bezerra de Melo) e FMUSP-Ribeirão Preto (Dr. Rafael Kiyuze de Freitas). Além deles, serão apresentados casos da Associação Colombiana de Radiologia - ACR - (Dra. Lina Maria Vasquez Cordona) e da Sociedade Chilena de Radiologia - SOCHRADI - (Dras. Maria Alejandra Loyola Muñoz e Catalina Rodríguez Salas).
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Caso clínico Documenta premiado em 2017
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Autor:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Marcela Andreetta Hypólitho
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Orientadores:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dr. Mauro Brandão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dr. Marcus Vinícius Valentim
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dr. Euclides Berti Passetto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Colaborador:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dr. Rodolfo Mendes Queiroz
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Serviços convidados para o do Encontro de Residentes e Aperfeiçoandos em Radiologia e Diagnóstico por Imagem de 2017:
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Santa Casa de São Paulo (Dra. Bruna Allegro); FAMERP - São José do Rio Preto (Dra. Layara Inácio); Documenta - Ribeirão Preto (Dra. Marcela Hypólitho); Hospital A. C. Camargo (Dr. Vinicius Felipe); HC-FMUSP (Dr. Caio Pinheiro); FCM – Unicamp (Dr. Thales Caricati); UNESP - Botucatu (Dra. Ana Patrícia Vieira); Medimagem (Dr. Fernando Martins); EPM - Unifesp (Dra. Anna Carolina de Andrade); Hospital Sírio-Libanês (Dra. Júlia Miranda); Hospital Heliópolis (Dr. Caio Augusto Zachini); Hospital Israelita Albert Einstein (Dr. Eduardo Nunes Fonseca); Hospital do Servidor Público Estadual (Dr. Victor Cartaxo) e HCFMRP-USP - Ribeirão Preto (Dr. Saulo Alves). Além deles, foram apresentados casos das seguintes entidades: Associação Colombiana de Radiologia - ACR (Dr. Carlos Arias); Sociedade Chilena de Radiologia - SOCHRADI (Dr. Rodrigo Inostroza); Federação Argentina das Associações de Radiologia - FAARDIT (Drs. Diego Nicolosi e Muriel Henríquez) e Sociedade Argentina de Radiologia - SAR (Dr. Juan Bernasconi).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/premiada-pela-segunda-vez-em-evento-do-curso-de-atualizacao-dr-feres-secaf.jpg" length="56456" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 22 May 2019 22:47:15 GMT</pubDate>
      <author>falecom@edsonogata.com.br (Edson Ogata)</author>
      <guid>https://www.medig.com.br/premiada-pela-segunda-vez-em-evento-do-curso-de-atualizacao-dr-feres-secaf</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Clube Manoel de Abreu São José do Rio Preto</title>
      <link>https://www.medig.com.br/clube-manoel-de-abreu-sao-jose-do-rio-preto</link>
      <description>Os alunos e residentes da Documenta e Med - Medicina Diagnóstica, parceiras da Medig - Ensino, marcaram presença no Clube Manoel de Abreu, agora na cidade de São José do Rio Preto. O município é conhecido pela sua tradição cultural, como artesanato, teatro, música e esporte.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os alunos e residentes da Documenta e Med - Medicina Diagnóstica, parceiras da Medig - Ensino, marcaram presença no Clube Manoel de Abreu, agora na cidade de São José do Rio Preto. O município é conhecido pela sua tradição cultural, como artesanato, teatro, música e esporte.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Neste evento que aconteceu nos dias 22, 23 e 24 de Março de 2019 o caso que representou a Medig - Ensino foi apresentado pela Dra Denise Fabri Engracia Mello, do terceiro ano de especialização da Documenta: Aneurisma de Rasmussen. Trata-se de um pseudoaneurisma da artéria pulmonar secundário a tuberculose pulmonar, sendo um fenômeno raro, com incidência maior em adultos jovens e homens. A particularidade do caso é que os exames de imagem mostraram o aspecto típico da doença: o sinal do crescente aéreo, que é uma coleção de ar em forma de crescente que separa a parede da cavidade de uma massa interna, além de ser um nódulo com realce intenso após a administração de contraste. Portanto destacamos a importância do reconhecimento imediato do aneurisma de Rasmussen, já que em 85% dos casos descritos na literatura, o diagnóstico é feito tardiamente, com o paciente em instabilidade hemodinâmica, impedindo a escolha de modalidades investigativas e abordagens terapêuticas comuns, como a embolização urgente da artéria pulmonar, ocasionado em mau prognóstico.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Com a apresentação deste caso a Documenta e Med - Medicina Diagnóstica mais uma vez foram muito bem representadas neste importante encontro que tem por objetivos a troca de conhecimento, a integração e o congraçamento de médicos radiologistas, notadamente de residentes e aperfeiçoandos em Radiologia e Diagnóstico por Imagem. Além disso, a Dra Denise Fabri Engraçia Mello foi premiada com passagem e hospedagem para participar do Congresso Argentino de Radiologia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/clube-manoel-de-abreu-sao-jose-do-rio-preto.jpg" length="177796" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 22 May 2019 22:40:45 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.medig.com.br/clube-manoel-de-abreu-sao-jose-do-rio-preto</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/clube-manoel-de-abreu-sao-jose-do-rio-preto.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/clube-manoel-de-abreu-sao-jose-do-rio-preto.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Primeira turma de residência biomédica</title>
      <link>https://www.medig.com.br/primeira-turma-de-residencia-biomedica</link>
      <description>A Documenta certificou em 2017 a primeira turma de residência biomédica.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Documenta certificou em 2017 a primeira turma de residência biomédica.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Dra. Nathalie Correa Alcântara, Dra. Renata Fernandes Teixeira e Dra. Marieli Fumagali Megda Blascke falam da sua experiência.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           "Convivemos diariamente com a rotina de um centro de diagnóstico com práticas hospitalares e sob a orientação de biomédicos que se preocupam com nosso aprendizado. Nós também acompanhamos exames realizados com anestesia, um procedimento complexo, que acrescenta muito em nossa formação e nos diferencia profissionalmente. Antes de terminar a residência já me sentia confiante e preparada para assumir uma vaga na área de imagem. Saio da residência habilitada e especializada em imagenologia". Dra. Marieli Fumagali Megda Blascke.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           "Vivenciar todas as etapas necessárias para a realização de um exame de qualidade é fundamental para o desenvolvimento e crescimento profissional. A residência permite nosso envolvimento com a parte assistencial, desde a preparação, posicionamento e atendimento humanizado dos pacientes. Saio formada não só para realizar os exames, mas também com conhecimentos suficientes para gerenciar todos os processos dentro de um setor de radiodiagnóstico". Dra. Renata Fernandes Teixeira.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Para quem está procurando novas oportunidade de trabalho, ter uma residência de qualidade no interior do estado é uma importante oportunidade nos dias de hoje. “Sou do interior e enxerguei muitas vantagens nessa novidade. Além de fazer residência num centro de diagnóstico por imagem conceituado, ainda tive a possibilidade de alcançar meus objetivos em uma cidade com custo de vida menor”. Dra. Nathalie Correia Alcântara.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/primeira-turma-de-residencia-biomedica.jpg" length="62688" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 22 May 2019 12:51:42 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.medig.com.br/primeira-turma-de-residencia-biomedica</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/primeira-turma-de-residencia-biomedica.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/primeira-turma-de-residencia-biomedica.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Clube Manoel de Abreu de Araraquara</title>
      <link>https://www.medig.com.br/clube-manoel-de-abreu-de-araraquara</link>
      <description>Os alunos e aperfeiçoandos da Documenta e da Med - Medicina Diagnóstica, parceiras da Medig - Ensino, marcaram presença no Clube Manoel de Abreu de Araraquara - 2018. O encontro tem por objetivo promover a integração e o congraçamento de médicos radiologistas, notadamente de residentes e aperfeiçoandos em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, com discussão de casos clínicos e aulas didáticas.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os alunos e aperfeiçoandos da Documenta e da Med - Medicina Diagnóstica, parceiras da Medig - Ensino, marcaram presença no Clube Manoel de Abreu de Araraquara - 2018. O encontro tem por objetivo promover a integração e o congraçamento de médicos radiologistas, notadamente de residentes e aperfeiçoandos em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, com discussão de casos clínicos e aulas didáticas.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Neste segundo encontro de 2018 (25 a 27 de maio) a Dra Denise Fabri Engracia Mello representou muito bem a equipe e se destacou por apresentar um caso de Doença de Castleman. Trata-se de um fenômeno raro, com incidência maior em adultos jovens e mulheres e que simula anormalidades benignas e malignas em pescoço, tórax, abdome e pelve. Os orientadores foram os Drs Eduardo Febronio, Mauro Brandão e Marcus Vinicius Valentim.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Com a apresentação deste caso a Dra Denise Fabri Engracia Mello ainda foi premiada pela Sociedade Paulista de Radiologia. A Documenta e a Med - Medicina Diagnóstica mais uma vez mostraram que a área de educação é de grande importância para as instituições.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 22 May 2019 12:48:34 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Clube Manoel de Abreu de Campos de Jordão</title>
      <link>https://www.medig.com.br/clube-manoel-de-abreu-de-campos-de-jordao</link>
      <description>Os alunos e aperfeiçoados da Documenta e Med - Medicina Diagnóstica, parceiras da Medig - Ensino, também marcaram presença no badalado Clube Manoel de Abreu de Campos de Jordão - 2018.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os alunos e aperfeiçoados da Documenta e Med - Medicina Diagnóstica, parceiras da Medig - Ensino, também marcaram presença no badalado Clube Manoel de Abreu de Campos de Jordão - 2018.
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A cidade é conhecida como "Suíça Brasileira" e com seu estilo de gastronomia do Velho Mundo é uma das primeiras cidades dos turistas que gostam de frio, chocolates, queijos, vinhos e fondues. É neste ambiente prazeroso que todo ano acontece um dos principais encontros do Clube Manoel de Abreu, que tem por objetivo promover a integração e o congraçamento de médicos radiologistas, notadamente de residentes e aperfeiçoandos em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, com discussão de casos clínicos e aulas didáticas.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Neste terceiro evento de 2018 (22 a 24 de junho), a Dra Denise Fabri Engracia Mello, do segundo ano de especialização e aperfeiçoamento da Documenta, representou muito bem toda a equipe e se destacou por apresentar um caso de Síndrome de Sciwora. Trata-se de um fenômeno raro, que cursa com sintomas clínicos de uma mielopatia traumática sem características de imagem de fratura ou instabilidade. O orientador foi o Dr. Mauro Brandão.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Com a apresentação deste caso a Documenta e Med - Medicina Diagnóstica mais uma vez mostram que a área de educação é de grande interesse para as instituições.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/clube-manoel-de-abreu-de-campos-de-jordao.jpg" length="172331" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 22 May 2019 12:45:11 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Clube Manoel de Abreu de Marília</title>
      <link>https://www.medig.com.br/clube-manoel-de-abreu-de-marilia</link>
      <description>Os alunos e aperfeiçoados da Documenta e Med - Medicina Diagnóstica, parceiras da Medig - Ensino, marcam presença no Clube Manoel de Abreu de Marília - 2018. O encontro tem por objetivo promover a integração e o congraçamento de médicos radiologistas, notadamente de residentes e aperfeiçoandos em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, com discussão de casos clínicos e aulas didáticas.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os alunos e aperfeiçoados da Documenta e Med - Medicina Diagnóstica, parceiras da Medig - Ensino, marcam presença no Clube Manoel de Abreu de Marília - 2018. O encontro tem por objetivo promover a integração e o congraçamento de médicos radiologistas, notadamente de residentes e aperfeiçoandos em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, com discussão de casos clínicos e aulas didáticas.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Neste primeiro Encontro de 2018 (16 a 18 de março), a aperfeiçoanda nível 3 da Documenta, Dra Maria Luisa Beneduzzi, ainda se destacou por apresentar um caso raro de Enxaqueca Oftalmoplégica. Este trata-se de uma síndrome rara, que acomete pacientes em que a cefaleia se associa à paralisia do terceiro, quarto ou sexto nervo craniano. Os orientadores foram Dra Cecilia Miyake, Dr Rafael Gouvea e Dr Lucas Abud.
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Com a apresentação deste caso a Documenta e Med - Medicina Diagnóstica mais uma vez mostram que a área de educação é de grande interesse para as instituições.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 22 May 2019 12:41:11 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Telerradiologia com especialistas que atuam na área de ensino</title>
      <link>https://www.medig.com.br/telerradiologia-com-especialistas-que-atuam-na-area-de-ensino</link>
      <description>Os médicos e professores da Medig - Ensino também atuam na área de laudos diagnósticos à distância, realizados por meio da tecnologia de comunicação on-line, através da MEDIG - Telerradiologia.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os médicos e professores da Medig - Ensino também atuam na área de laudos diagnósticos à distância, realizados por meio da tecnologia de comunicação on-line, através da MEDIG - Telerradiologia.
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           As interpretações das imagens dos exames são feitas por médicos especialistas em diversas áreas da medicina, muitos com titulações acadêmicas e experiência internacional.
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A equipe médica da MEDIG - Telerradiologia está sempre aberta à discussão de casos específicos e procura trabalhar estreitando o relacionamento com os médicos solicitantes, podendo inclusive ministrar palestras e participar de conversas informais, nas suas cidades, para aproximar os laudos das necessidades dos mesmos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Ainda, pela Medig - Ensino, oferece cursos para médicos, biomédicos, enfermeiros, tecnólogos em radiologia, técnicos de enfermagem e técnicos de radiologia, todos voltados para a área de diagnóstico por imagem, além da possibilidade de orientação "in locu" com implantação dos principais protocolos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/telerradiologia-com-especialistas-que-atuam-na-area-de-ensino.jpg" length="79149" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 21 May 2019 13:06:53 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Clube Manoel de Abreu de Ribeirão Preto</title>
      <link>https://www.medig.com.br/clube-manoel-de-abreu-de-ribeirao-preto</link>
      <description>Os alunos e aperfeiçoandos da Documenta e Med - Medicina Diagnóstica, parceiras da Medig - Ensino, marcaram presença no Clube Manoel de Abreu, agora na cidade de Ribeirão Preto - 2018. A cidade é reconhecida em todo país pela qualidade dos seus profissionais na área da saúde.</description>
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/clube-manoel-de-abreu-de-ribeirao-preto.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os alunos e aperfeiçoandos da Documenta e Med - Medicina Diagnóstica, parceiras da Medig - Ensino, marcaram presença no Clube Manoel de Abreu, agora na cidade de Ribeirão Preto - 2018. A cidade é reconhecida em todo país pela qualidade dos seus profissionais na área da saúde.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Neste evento que aconteceu nos dias 14, 15 e 16 de outubro de 2018, o Dr. Francisco Bermal Caparroz Neto, do segundo ano de especialização e aperfeiçoamento da Documenta, apresentou um caso de sequestro pulmonar extra-lobar, que é uma anomalia pulmonar não funcionante, sem comunicação com a árvore traqueobrônquica e com irrigação através de vasos extrapulmonares. Os orientadores foram os Drs. Marcus Vinicius Valentin e Mauro Brandão.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Outro caso foi apresentado pela Dra Denise Fabri Engracia Mello, também do segundo ano de especialização e aperfeiçoamento da Documenta: Doença de Micropartículas. A artropatia por micropartículas é um termo amplo que engloba diversas reações patológicas nas articulações, ossos ou tecidos moles periarticulares produzidas ou relacionadas a introdução cirúrgica de material metálico, plástico ou cerâmico. O orientador foi o Dr. Mauro Brandão.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Com a apresentação destes casos a Documenta e Med - Medicina Diagnóstica mais uma vez foram muito bem representadas neste importante encontro que tem por objetivos a troca de conhecimento, a integração e o congraçamento de médicos radiologistas, notadamente de residentes e aperfeiçoandos em Radiologia e Diagnóstico por Imagem.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/clube-manoel-de-abreu-de-ribeirao-preto.jpg" length="131720" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 09 Apr 2019 22:50:33 GMT</pubDate>
      <author>falecom@edsonogata.com.br (Edson Ogata)</author>
      <guid>https://www.medig.com.br/clube-manoel-de-abreu-de-ribeirao-preto</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/clube-manoel-de-abreu-de-ribeirao-preto.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/clube-manoel-de-abreu-de-ribeirao-preto.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Estágios oficiais em Portugal para todos os médicos em especialização</title>
      <link>https://www.medig.com.br/estagios-oficiais-em-portugal-para-todos-os-medicos-em-especializacao</link>
      <description>A partir de 2019 os aperfeiçoandos da Medig - Ensino terão ao longo de sua formação a oportunidade de estágios oficiais.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A experiência profissional e alta especialização do corpo de professores e médicos, além de sua forte vocação na área de educação em saúde, levou a um desenvolvimento acelerado no último ano da Medig - Ensino, que tem por objetivo aprimorar as metodologias de ensino, visando o aumento da gama de cursos na área de imaginologia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A partir de 2019 os aperfeiçoandos da Medig - Ensino terão ao longo de sua formação a oportunidade de estágios oficiais de imersão em Portugal, no grupo Trofa Saúde, onde participarão de atividades assistenciais e científicas, dando a oportunidade do colega conhecer a realidade do trabalho na Europa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa parceria só foi possível devido à reconhecida capacidade da Medig em produção científica e ao interesse do grupo Trofa Saúde, que se trata atualmente do maior grupo privado de saúde de todo o Norte de Portugal, ao desenvolvimento de uma parceria de intercâmbio cultural e científico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dr. Mathias Bacelar e Tanise Nadin, os primeiros a participarem desse estágio, têm a mesma opinião sobre ele. "Foi uma experiência que com certeza agregou conhecimento e foi muito gratificante. Não só pelo comprometimento e atenção dos preceptores de lá, como pela troca de cultura entre todos os profissionais da saúde com os quais tivemos contato. Terminamos esse processo mais confiantes na nossa formação".Par
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa e outras parcerias são responsáveis pela solidez da formação continuada de um profissional qualificado, o que resultará no avanço da área médica e da qualidade do atendimento assistencial. Ou seja, os principais objetivos de um centro de excelência em ensino na área da saúde.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/estagios-oficiais-em-portugal-para-todos-os-medicos-em-especializacao.png" length="674660" type="image/png" />
      <pubDate>Tue, 09 Apr 2019 22:37:49 GMT</pubDate>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/estagios-oficiais-em-portugal-para-todos-os-medicos-em-especializacao.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81766762/dms3rep/multi/estagios-oficiais-em-portugal-para-todos-os-medicos-em-especializacao.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Primeira residência biomédica em diagnóstico por imagem do interior de SP</title>
      <link>https://www.medig.com.br/primeira-residencia-biomedica-em-diagnostico-por-imagem-do-interior-de-sp</link>
      <description>O Centro Avançado de Diagnóstico por Imagem - Documenta abriu, em 2016, a primeira residência biomédica em diagnóstico por imagem do interior do estado do estado de São Paulo. A residência biomédica tem à disposição toda a infraestrutura da Medig, tanto para o ensino teórico como para o ensino prático e passa a ser a grande dica para os profissionais que desejam se atualizar ou ampliar sua área de atuação para ocuparem seu espaço num mercado onde a produção científica e evolução tecnológica se renovam constantemente.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Centro Avançado de Diagnóstico por Imagem - Documenta abriu, em 2016, a primeira residência biomédica em diagnóstico por imagem do interior do estado do estado de São Paulo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A residência biomédica tem à disposição toda a infraestrutura da Medig, tanto para o ensino teórico como para o ensino prático e passa a ser a grande dica para os profissionais que desejam se atualizar ou ampliar sua área de atuação para ocuparem seu espaço num mercado onde a produção científica e evolução tecnológica se renovam constantemente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Documenta possui sete unidades, as escolhidas para a residência biomédica, que ficam anexas a importantes hospitais da cidade de Ribeirão Preto e seus equipamentos, assim como os de seus parceiros, são de alta qualificação técnica e envolvem praticamente todos os métodos de imagem disponíveis atualmente para os diagnósticos médicos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "Os residentes aprendem a utilizar softwares de diferentes marcas de Tomógrafo e Ressonância Magnética, todos instalados em unidades anexas a hospitais, permitindo que o residente biomédico também possa atuar no ambiente hospitalar e nas práticas de emergência utilizando as diversas tecnologias disponíveis. Essa diversidade é essencial para preparar um profissional completo e apto para ocupar uma vaga nos centros de diagnóstico por imagem", relata o Dr. Lucas Giansante Abud, CRM-SP 117 442, médico responsável pela residência biomédica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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           Dr. Pedro Raffa, coordenador da residência biomédica completa, "Com os intensos avanços tecnológicos, surge à necessidade de formar profissionais capacitados e qualificados, melhor preparados para atuar de forma competitiva com as diferentes tecnologias e plataformas existentes no mercado de trabalho. É importante ressaltar que o programa sempre busca o aprimoramento, visando contemplar as necessidades dos alunos para uma formação diferenciada".
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           A primeira residência biomédica em diagnóstico por imagem com ênfase em Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética, conta com uma carga horária de 2.160 horas, sendo 20% de atividades teóricas e 80% práticas, distribuídas em 36 horas com uma folga semanal.
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           A vivência prática é ao lado de biomédicos qualificados e equipe médica altamente especializada, muitos com titulações acadêmicas e/ou experiência internacional e o aprendizado teórico se dá em salas de aula e central de laudos bem estruturados, construídos especialmente para essa finalidade. O residente participa de reuniões com discussão de casos, aulas teóricas e seminários, itens importantes e fundamentais para o seu aperfeiçoamento.
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           "Convivemos diariamente com a rotina de um centro de diagnóstico com práticas hospitalares e sob a orientação de biomédicos que se preocupam com nosso aprendizado. Nós também acompanhamos exames realizados com anestesia, um procedimento complexo, que acrescenta muito em nossa formação e nos diferencia profissionalmente. Antes de terminar a residência já me sinto confiante e preparada para assumir uma vaga na área de imagem. Sairei da residência habilitada e especializada em imagenologia. " comenta a Dra. Marieli Fumagali Megda Blascke.
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           "Vivenciar todas as etapas necessárias para a realização de um exame de qualidade é fundamental para o desenvolvimento e crescimento profissional. A residência permite nosso envolvimento com a parte assistencial, desde a preparação, posicionamento e atendimento humanizado dos pacientes. Sairemos daqui formados não só para realizar os exames, mas também com conhecimentos suficientes para gerenciar todos os processos dentro de um setor de radiodiagnóstico", afirma a Dra. Renata Fernandes Teixeira.
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           Para quem está procurando novas oportunidade de trabalho, ter uma residência de qualidade no interior do estado é uma importante oportunidade nos dias de hoje. "Sou do interior e enxerguei muitas vantagens nessa novidade. Além de fazer residência num centro de diagnóstico por imagem conceituado, ainda terei a possibilidade de alcançar meus objetivos em uma cidade com custo de vida menor", comenta a Dra. Nathalie Correia Alcântara, da primeira turma de residentes.
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           O programa de Residência Biomédica da Documenta está credenciado pelo CRBM e ABBM, entidade habilitada para conferir o título de especialista em biomedicina na área de Diagnóstico por Imagem, em caráter vitalício, nos termos e condições estipulados na Resolução do CFBM nº 169 e nº 174 ambas de 2009.
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           A residência biomédica da Documenta disponibiliza 6 (seis) vagas com ênfase em Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética. O processo seletivo é realizado em 2 fases, a primeira fase consiste em exame escrito e a segunda fase por meio de entrevista individual e análise curricular.
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      <pubDate>Tue, 09 Apr 2019 22:30:34 GMT</pubDate>
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      <title>Experiência olímpica</title>
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      <description>O médico especialista e coordenador dos cursos de Tomografia e ressonância Magnética ministrados na Medig - Ensino, Dr. Mauro Brandão, foi um dos profissionais convidados para atuar nos Jogos Olímpicos Rio 2016, integrando uma equipe de radiologia especializada em lesões de músculo e articulações. A seguir parte da matéria sobre as Olimpíadas feita pela Competir, revista especializado em esporte, sobre a participação do médico no evento.</description>
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           O médico especialista e coordenador dos cursos de Tomografia e ressonância Magnética ministrados na Medig - Ensino, Dr. Mauro Brandão, foi um dos profissionais convidados para atuar nos Jogos Olímpicos Rio 2016, integrando uma equipe de radiologia especializada em lesões de músculo e articulações. A seguir parte da matéria sobre as Olimpíadas feita pela Competir, revista especializado em esporte, sobre a participação do médico no evento.
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           "Em competições como essa, um bom diagnóstico é imprescindível. Os convocados para as Olimpíadas são os que chamamos de atletas de alta performance - e eles, seus médicos e patrocinadores não admitem margem de erro. Por isso os exames de ressonância magnética, ultrassonografia e radiografias foram executados e interpretados por radiologistas especialista em lesões do esporte. Foi uma experiência extremamente enriquecedora do ponto de vista profissional", diz o especialista. Embora alguns atletas estivessem acompanhados por médicos de seus países e até mesmo treinadores e fisioterapeutas, muitos desses profissionais não possuem o mesmo entendimento de interpretação de exames como têm para o tratamento dos esportistas.
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           "A decisão de retirar ou incluir o atleta em uma competição é de responsabilidade do seu médico, mas em muito influenciada pela opinião do radiologista. Um erro de interpretação de um exame pode custar anos de preparação para alguns e muito dinheiro para outros. Pode retirar equivocadamente um atleta apto de uma competição ou fazê-lo atuar sem as suas reais condições, o que pode agravar a lesão", explica Dr. Mauro. De acordo com o especialista, foram atendidas várias situações marcantes. É o caso de uma atleta do leste europeu, bem ranqueada em sua modalidade esportiva, que foi cortada antes de sua estreia nas Olimpíadas devido a um rompimento em um músculo crucial para o seu desempenho. E a equipe de radiologistas dos Jogos também contribuiu para o ouro do Brasil no vôlei, motivo de orgulho para todos os brasileiros. Conforme conta o especialista, "um jogador de vôlei do Brasil, ao se lesionar antes do inicio da competição, só não foi cortado porque na nossa interpretação, verificamos que a sua lesão teria um potencial de cicatrização, permitindo ao atleta estar apto para atuar nos três últimos jogos, caso a seleção avançasse. De fato a sua atuação no final da competição foi crucial para conseguirmos o ouro. Valeu a pena participar disso tudo", finaliza especialista e médico responsável pelos cursos de Ressonância magnética e Tomografia ministrados na Medig - Ensino.
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      <pubDate>Tue, 09 Apr 2019 22:24:40 GMT</pubDate>
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